quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Tall Ships

                        Grandes Veleiros

A Tall Ships Races são corridas de formação de vela "veleiros" .
 As corridas são destinadas a fomentar a amizade internacional e formação dos jovens na arte de velejar.  São realizadas anualmente em águas europeias e consiste de duas pernas corridas de várias centenas de milhas náuticas, e um "cruzeiro in company " entre as pernas. Mais de metade (cinqüenta por cento) dos membros da tripulação de cada navio que participam nas corridas deve ser constituído por jovens.

Entre 1973 e 2003, as corridas eram conhecidas como as corridas da Cutty Sark Tall Ships, tendo sido patrocinado pelo uísque Cutty Sark. Desde 2004, as corridas têm sido apoiados pela cidade, província, e Porto de Antuérpia. Patrocinador atual da Tall Ships Races 2010-2014 é Szczecin

A primeira corrida de Tall Ships 'foi realizada em 1956. Foi uma corrida de 20 de remanescentes no mundo grandes navios organizado por Bernard Morgan, um advogado de Londres. A corrida foi de Torquay, Devon para Lisboa, e foi concebido para ser um último adeus a era dos grandes veleiros. O interesse público foi tão intenso, no entanto, que os organizadores da corrida fundou a Sail Training International associação para direcionar o planejamento de eventos futuros. Desde então Tall Ships Races 'ter ocorrido anualmente em várias partes do mundo, com milhões de espectadores. Hoje, a corrida atrai mais de uma centena de navios, entre eles alguns dos maiores navios que navegam em existência. Raças O 50 º Aniversário da Tall Ships 'teve lugar em Julho e Agosto de 2006, e foi iniciado pelo patrono, o príncipe Philip, duque de Edimburgo, que também começou a primeira corrida em 1956


Os Grandes Veleiros são classificados em 4 categorias, dependendo do seu Comprimento Total (LOA), do Comprimento de Linha d´água (LWL) e do equipamento de Vela.
O Comprimento Total (LOA) refere-se ao comprimento máximo de uma embarcação de dois pontos sobre o casco, medida perpendicular à linha de flutuação; O Comprimento de Linha d’Água (LWL) denota o comprimento do veleiro, no ponto onde ela se senta na água. Exclui o comprimento total do barco, tais como as características que estão fora da água.
São assim agrupados em 4 classes:

Classe A
Navios de velas quadradas  – (Barca, Lugre-Patacho, Brigue, Patacho) e outros veleiros com Comprimento Total (LOA) superior a 40 metros, não incluindo a vela.
Classe B

Chalupa de um mastro, Chalupas, Ioles, e Escunas – Embarcações com Comprimento Total (LOA) inferior a 40 metros e com Comprimento de linha d’Água (LWL) de pelo menos 9.14 metros.
Classe C

Bermudan sloops, Chalupas, Ioles e Escunas – Embarcações com Comprimento Total (LOA) inferior a 40 metros e Comprimento de Linha d’Água (LWL) de pelo menos 9,14 metros sem transportar velas balão.
Classe D

Bermudan sloops, Chalupas, Ioles e Escunas – Embarcações com Comprimento Total (LOA) inferior a 40 metros e Comprimento de Linha d’Água (LWL) de pelo menos 9,14 metros incluindo velas balão.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Volvo Ocean Race passa por Lisboa

Volvo Ocean Race passa por Lisboa e custa 50 milhões

Lisboa e Açores recebem, em Junho, prova de circum-navegação. E a competição até pode regressar.

Só o orçamento da próxima Volvo Ocean Race, prova de volta ao Mundo à vela, será de 50 milhões de euros em três anos, "um pouco acima daquilo que se gastou na edição anterior. É como organizar dez grandes eventos ao mesmo tempo", confessa Knut Frostad, ex-velejador olímpico pela Noruega e participante em quatro edições da mais famosa regata à volta do Mundo em vela, que lamenta a ausência de um barco português. "É pena que um país de bons velejadores não tenha um barco a defender as suas cores. Quem sabe se na próxima edição isso será possível", atira o norueguês que hoje termina a participação no Fórum Náutico Mundial, evento a decorrer no Estoril.

"Queremos duplicar a audiência de 1,9 mil milhões de espectadores da última edição da Volvo Ocean Race. Para o efeito, todos os barcos vão ter um elemento dos media a bordo para acompanhar a vivência diária das tripulações e emitir imagens nos nove meses da prova", anuncia Frostad, presidente executivo da Volvo Ocean Race - cuja prova arranca em Alicante, Espanha, em 2011 e o primeiro barco deve chegar a Lisboa a 30 de Maio desse ano.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Natal


                        A Todos que tem acompanhado, este Blog .  
                        Desejo um Bom Natal e um Bom Ano Novo !

                        Com muita  Alegria , Esperança , Paz e Amor!
                                São os votos deste vosso Amigo. 
                          
                                                                  Clemente 
                                                                          



domingo, 12 de dezembro de 2010

Os maiores Piratas

                    Os Piratas mais temidos de todos os tempos

          Os  Piratas mais famosos que realmente existiram .. escolhe o teu preferido:




Os irmãos Barbarossa (ou Barba-Ruiva)
 
Se você não sabe, “Rossa”, em italiano, significa vermelho, ruivo. E talvez o nome Aruj e Hizir não sejam familiares para você, mas com certeza você já ouviu falar do famoso pirata Barba-Ruiva.  Barbarossa foi o nome dado aos irmãos turcos pelos corsários europeus. Sua base era na África e eles atacavam várias cidades costeiras, se tornando os homens mais famosos da região












Sir Francis Drake

Um dos mais famosos piratas que navegava pelas águas do Caribe, Drake era considerado um nobre por alguns e um bandido por outros. Ele viajou o mundo e derrotou boa parte da Armada Espanhola. Suas pilhagens pela costa do Caribe, especialmente nas colônias espanholas, representam uma das maiores quantias arrecadadas com a pirataria









       Calico Jack


  Calico Jack Rackham foi o primeiro a usar o emblema “oficial” dos piratas – a bandeira com a caveira e duas espadas cruzadas (conhecida no Caribe antigo como Jolly Roger). Ele é mais conhecido pela associação com Anne Bonny e por sua “clássica morte pirata” do que por seus feitos e pilhagens. Ele foi capturado na Jamaica e, para servir de aviso para outros piratas, foi enforcado e pendurado em um lugar alto, hoje conhecido como Rackham’s Cay

  


      Henry Morgan


Morgan é tão popular que hoje existe uma marca de rum que carrega seu nome. Ele foi um oficial que se converteu em pirata e tomou boa parte do ouro do Panamá, na época uma colônia espanhola.









        


Capitão Kidd

 Não se sabe até hoje se William Kidd era um pirata ou um oficial. Ele foi primeiro empregado como um oficial britânico, mas morreu enforcado como um pirata. Até hoje persistem boatos sobre a localização do enorme tesouro que ele teria reunido nos anos de pirataria e enterrado em alguma ilha perdida













Bartolomeu Roberts

Black Bartolomeu Roberts foi um dos piratas de maior renome na “era de ouro” da pirataria, patrulhando águas africanas e caribenhas. Ele derrotou mais de 400 outros barcos em apenas 4 anos de pirataria. Ele era um homem de muito sangue frio e raramente deixava algum inimigo viver. Foi intensamente caçado pelo governo britânico e, por fim, morreu no mar






Ching Shih

 E quem disse que as mulheres não participaram ativamente da era de ouro da pirataria? Ching Shih foi capturada por piratas de um bordel cantonês e logo orquestrou seu caminho para a glória, se tornando uma das primeiras capitãs. Ela chegou a comandar uma frota com mais de cem navios









Capitão Samuel Bellamy

 Apesar de ter morrido com apenas 28 anos, Bellamy marcou seu nome na história pirata, capturando vários navios, incluindo o famoso Whydah Gally, um navio negreiro que vinha carregado com escravos e ouro. Ele tomou o Gally como seu “navio sede”, mas acabou morrendo com ele, em meio a uma enorme tempestade em 1717



  


Anne Bonny

 
Já comentamos sobre essa pirata, parceira de Calico Jack. Ela é a mais famosa pirata da história e dizem que era bonita, esperta e tão terrível como qualquer homem pirata. Ela era filha de latifundiários, mas abandonou sua vida tranqüila em 1700 e resolveu se tornar um “homem” do mar. Segundo a lenda, ela só foi poupada de ser morta com Calico Jack e com o resto de sua tripulação porque estava grávida (do próprio capitão).










Barba-negra

Barba-negra, ou Black Beard, se chamava na verdade Edward Teach. Ele comandou um verdadeiro reino do terror que durou de 1716 a 1718. Ele era um oficial da armada espanhola, mas depois da Guerra da Sucessão Espanhola, Barba-Negra se tornou um pirata e foi imortalizado pela enorme barba escura.









Estrelas do mar

Estrelas do Mar podem curar


Um estudo britânico revela que as estrelas do mar podem ajudar em doenças como a asma 

 

Um estudo do King`s College, em Londres, chegou à conclusão que as estrelas do mar podem trazer a cura para algumas inflamações. Um grupo de investigadores tem-se debruçado sobre a substância viscosa que cobre o corpo da Marthasteriasglacialis, que é como quem diz da estrela do mar de espinhos ou estrela do mar verde.

A inflamação é uma resposta natural do organismo a ferimentos ou infecções, mas, quando o sistema imunológico se descontrola, as células brancas, ou leucócitos, que normalmente navegam livremente pela corrente sanguínea, acumulam-se e agarram-se às paredes das artérias e das veias, provocando danos ao tecido. É aqui que a estrela do mar pode ajudar, já que tem uma propriedade anti-aderente.

Por sua vez, quando um objecto é colocado no mar, tende a ser rapidamente coberto por uma mistura de organismos marinhos. No entanto, isso não acontece com as estrelas do mar, que conseguem manter sua superfície livre destes organismos. Um dos investigadores diz que as «estrelas são melhores do que teflon. Possuem uma superfície anti-aderente muito eficiente que impede que as coisas se agarrem», conta a «BBC».

Voltanto à inflamação, conclui-se que, com o recurso às estrelas do mar, as artérias seriam cobertas por uma espécie de muco que impediria que as células brancas aderissem ao tecido arterial.
No futuro pode, assim, talvez, evitar-se o uso de esteróides, que podem provocar efeitos colaterais indesejados.

As conclusões deste estudo sobre as estrelas do mar só vem confirmar o potencial que os oceanos podem trazer para a indústria farmacêutica. Outras espécies marinhas também estão a ser alvo de estudo e já há um analgésico criado a partir de uma espécie de caracol marinho.


quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Greenpeace representa monumentos no mar de Cancún

Activistas do Greenpeace "afundam" monumentos mundiais na praia de Cancún, durante a COP-16
A organização ambientalista Greenpeace apareceu nesta quarta-feira numa praia da região hoteleira de Cancún (México), com monumentos representativos de 10 nações para alertar para as consequências da mudança climática.

Cerca de 20 activistas da organização se reuniram na praia de Punta Cancún e, diante do olhar de turistas, colocaram no mar réplicas de alguns dos monumentos mais representativos do mundo. Entre eles estavam a Torre Eiffel, de Paris; o Big Ben, de Londres; o Taj Mahal, da Índia; a Estátua da Liberdade, dos Estados Unidos; o Anjo da Independência, do México; o Cristo Redentor, do Brasil; as Pirâmides de Gizé, do Egito; o Templo do Céu, da China, e a Casa da Ópera de Sydney, da Austrália.

Com a singular proposta esperam atrair a atenção dos delegados que participam da Cúpula do Clima de Cancún, que entrou em sua fase ministerial com três dias para fechar acordos.

"Hoje estamos aqui, numa das praias de Cancún para ilustrar o que pode ser uma das ameaças pela mudança climática e por isso elegemos alguns dos monumentos mais representativos de vários países, que estão aqui em Cancún negociando o tema de mudança climática", assinalou Gustavo Ampugnani, coordenador da campanha de clima e energia do Greenpeace México.

"A mudança climática não discrimina países, afeta a todos, todos somos vulneráveis a seus impactos, não diferencia países pobres de ricos", assinalou.

Sob a mediação da ONU, 194 nações discutirão até sexta-feira mecanismos para substituir o Protocolo de Kioto, que expira em 2012, assim como o estabelecimento de um fundo financeiro para países em desenvolvimento e medidas para reduzir as emissões, se adaptar a mudança climática e reflorestar as matas.

Cruzeiro fustigado por mau Tempo

Sul da Argentina                                                 Clelia II

Onda coloca navio de cruzeiro em perigo

Os 165 passageiros não ganharam para o susto: o navio de cruzeiro ‘Clelia II’ enfrentou o mau tempo e ondas gigantes na quarta-feira, levando-o inclusivamente a perder um motor e a sofrer por algumas horas as comunicações, na sequência de um curto-circuito.

O navio norte-americano, que realizava um cruzeiro pelo Oceano Antárctico, chegou a estar à deriva, o que o forçou a reduzir a velocidade. De acordo com a ‘CNN’, nenhum passageiro ficou ferido, tendo apenas um membro da tripulação sofrido um ferimento ligeiro.
‘Clelia II’ está agora a regressar à Argentina, já estabilizado, e deve atracar em Ushuaia, na manhã desta sexta-feira. Em seu socorro foi um outro navio de cruzeiro, o 'National Geographic Explorer', que esteve junto à embarcação enquanto avançavam as reparações, entretanto concluídas.
A bordo do ‘Clelia II’ estão 88 passageiros (a maioria norte-americanos) e 77 membros da tripulação, muitos dos quais filipinos.
                                          Por:R.P.V.


Brasileira relata tempestade que atingiu navio de cruzeiro na Antártida

O pacote de uma viagem em um navio de luxo prometia um passeio de quatro dias para apreciar icebergs e pinguins nos mares da Antártida. Mas o que os passageiros do cruzeiro viram foi um encontro assustador com ondas de quase nove metros de altura

O "Fantástico" localizou uma tripulante brasileira desse navio em Ushuaia, extremo sul da Argentina, para contar os detalhes dessa aventura.
Avistar terra firme foi um alívio. Das 165 pessoas a bordo do navio grego Clelia II, apenas uma ficou levemente ferida. Foi o final feliz de uma história que, três dias antes, parecia um filme de terror.
“O continente Antártico é espetacular do ponto de vista de paisagem. Eu diria que é um turismo radical. Em 24 horas, você tem todos os tipos de clima possível”, conta o oceanógrafo Frederico Brandini.


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Buraco do Ozono

Buraco do Ozono atinge dimensão mínima desde 2005

O buraco da camada do ozono sobre a Antárctica regista a sua dimensão mínima desde 2005.
Segundo o Instituto Nacional de Água e Pesquisa Atmosférica (INAPA) da Nova Zelândia, este tem agora 22 milhões de quilómetros quadrados, menos dois milhões, em comparação com 2009.

Relativamente a 2000, ano em que o buraco do ozono registou o seu maior valor, houve uma diminuição de sete milhões de quilómetros quadrados.

“Podemos dizer que está a melhorar, de acordo com os resultados deste ano”, assegurou Stephen Wood, investigador atmosférico do instituto neozelandês, acrescentando que “isto é um sinal de que está a haver uma recuperação”.
O INAPA avançou ainda que o défice da massa de ozono também decresceu oito milhões de toneladas em relação a 2009, ano em que registou 35 milhões de toneladas. Em 2000, este valor era de 43 milhões.

Os cálculos feitos pelos cientistas do INAPA sugerem que a diminuição deve-se sobretudo à proibição do uso de produtos com clorofluorcarbono (CFC), utilizados em frigoríficos e aerossóis.
Esta medida foi tomada em 1987 pelo  Protocolo de Montreal e adoptada por vários países para assegurar a conservação desta camada que protege os humanos da radiação ultravioleta.

             por:Ciência Hoje

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Piratas

Será que ainda existem piratas?

Talvez eles não sejam mais criaturas assustadoras, com tapa-olhos, papagaios sobre o ombro e pernas de madeira.
Ainda assim, os piratas de antigamente não teriam a menor chance contra os piratas modernos. Sim, eles ainda existem e vagueiam pelo mar; e, principalmente, estão em busca dos mesmos tipos de tesouros tão desejados no passado. E se não piores hoje, com certeza mantém maus hábitos de alguns piratas do passado.

Os piratas modernos atacam e ultrapassam navios de transporte, roubando mercadorias e muitas vezes tomando seus passageiros como reféns. Segundo uma agência internacional marítima, as áreas mais atormentadas por esses criminosos são as águas entre o Mar Vermelho e o Oceano Índico, ao largo do Golfo de Aden e na costa leste da Somália.
E os Estados Unidos, por ser a nação do mundo que mais realiza negociações, leva o dinheiro perdido de parceiros comerciais para piratas muito a sério. Punições severas aguardam os piratas moderninhos: conspirar e cometer sequestro ou apreensão de um navio na posse de uma arma são crimes que levam a penas de prisão perpétuas.
Não só os EUA, mas outros países consideram a pirataria no alto mar uma ameaça contra a comunidade das nações. Se ainda existem piratas hoje, que causam estragos ao largo das costas distantes, eles poderão sofrer com o poder da justiça dos tempos modernos

Mar Vermelho - Egipto

Egipto: tubarão mata turista em Sharm el-Sheik

Um tubarão feriu até à morte uma turista alemã que fazia mergulho este domingo num resort de Sharm el-Sheik, marcando o terceiro ataque do tubarão naquela zona turística do Mar Vermelho, apenas no espaço de uma semana. A morte da turista acontece apenas um dia depois do acesso ao mar ter sido reaberto, após terem capturados os tubarões supostamente envolvidos em dois incidentes semelhantes, ocorridos na semana passada, nos quais quatro turistas russos foram feridos.
No passada sexta-feira, o ministério do Ambiente egípcio tinha divulgado fotos da captura de dois tubarões, um do tipo branco e outro mako, que teriam atacado os nadadores russos nas passadas terça e quarta-feira.
Fontes médicas citadas pela agência noticiosa AFP, indicam que a mulher foi retirada da água depois de ter sido severamente mordida na coxa e braço enquanto praticava mergulho.
As águas de Sharm el-Sheik, que atraem cerca de quatro milhões de turistas todos os anos para a prática de mergulho, estão, de novo, interditas.


O biólogo afirmou que dois ataques foram feitos por um tubarão e outros dois ataques por outro exemplar, mas de uma espécie diferente.
George Burgess afirmou que «os ataques foram decisões racionais de um predador para encontrar comida».
O biólogo explicou que as pessoas podem minimizar os riscos se nadarem em grupo e evitarem nadar durante a noite.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Fuzeta - Algarve

Vendaval de dois dias chegou para assorear uma barra que custou 980 mil euros

Tal como os pescadores previram, a nova barra na Fuzeta, em Faro, durou muito pouco. Barcos já só entram um de cada vez e apenas na maré cheia

A barra da Fuzeta, em Faro, fechou assim que abriu. Tal como avisaram os pescadores, dois dias depois de a presidente da Sociedade Polis da Ria Formosa, Valentina Calixto, visitar a obra, no primeiro vendaval formou-se uma língua de areia com cerca de 50 metros. Resultado: os barcos só conseguem entrar no porto um de cada vez e com a maré cheia. 
"Nem que se pintem de cor-de-rosa às risquinhas. O mar vai voltar a romper onde fecharam a barra, no Verão passado", advertiu Manuel Simões, manifestando-se contra a obra da Sociedade Polis da Ria da Formosa e da Administração da Região Hidrográfica (ARH). A tirar e pôr areias já foram gastos cerca de um milhão de euros, e vão ser investidos mais 750 mil.

No último Inverno, caíram 38 casas com os temporais. Depois disso, decidiu-se fechar uma barra a poente e abrir uma outra a nascente. Valentina Calixto justificou a intervenção com base em estudos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil e da Universidade do Algarve e ARH. 


Pescadores pedem paredões
Só que o primeiro vendaval, há uma semana, mostrou que o investimento foi "dinheiro deitado ao mar". Os homens do mar reivindicam a construção de paredões para suster as areias, mas Valentina Calixto recusa a proposta. "Do ponto de vista técnico é desaconselhável, do ponto de vista legal não é possível", afirma. Há três dias, uma equipa de técnicos visitou o local, com a maré cheia. "Deviam vir ver o lindo trabalho que fizeram, mas era com a maré vazia", reclamou Fernando Bartolomeu, enquanto tirava salmonetes do barco, acabado de chegar do mar. "Se não for feito uma paredão, não vale a pena gastar dinheiro", insiste. Manuel Simões entende que a barra "deve ser aberta onde o mar rompeu em 2009 [do lado poente]". A sociedade Polis mandou fechar o canal porque essa alteração morfológica "criou fragilidades na zona frontal ao espaço urbano da Fuzeta". O pescador Manuel Simões contrapõe: "Não é por acaso que as instalações do Salva-Vidas foram construídas em frente desse local - é porque ali é que é a barra natural."


Valentina Calixto justificou o assoreamento verificado com facto de essa barrar ter "entrado em concorrência com a outra barra antiga, situada mais a nascente, e ocorreu uma situação de vasos comunicantes". Para repor o equilíbrio, adiantou, foi "adjudicado o fecho dessa barra antiga". O custo da obra, incluindo o reforço do cordão dunar, é de 750 mil euros.


"Branquear decisões"
O assoreamento do canal, acrescentou, "era um cenário previsível, dado que a barra necessita de um certo período para evoluir".

João Romeira é um dos quatro elementos da comissão de pescadores, criada para ser o interlocutor da ARH nesta questão conflituosa com os pescadores. Na passada sexta-feira, quando viu chegar os técnicos que iam observar a evolução da barra, recentemente aberta, desabafou: "Só servimos para branquear a decisão tomada pelos engenheiros." O colega de comissão, Tibério Estrela, foi mais longe nas críticas. "Jogos de interesses - gastaram 980 mil euros a fechar uma barra e a abrir outra", disse. No temporal que se avizinha, prevê: "A barra fecha, de nada serve o dinheiro gasto."


                   Por: Idálio Revez   : Publico

domingo, 5 de dezembro de 2010

Antártica

A Antártica é de todos

Todos sabemos que na Antártica há muito gelo. A camada de água congelada que cobre o continente atinge, em média, 2.000 metros de espessura (algo como 20 quarteirões de altura0, podendo chegar a 4.000 metros! Mas lá não existe só isso. Há muitos animais e até vegetais. Quem já visitou o local conta que é uma das paisagens mais maravilhosas da Terra.
O território, onde fica o Polo Sul, é enorme: 14 milhões de km²; correspondente a uma vez e meia o tamanho do Brasil. Cerca de 98% dessa área está coberta por gelo e neve na maior parte do ano. Calcula-se que represente 90% da água doce do planeta.
A temperatura varia de acordo com a estação climática e o local. No interior do continente faz mais frio, podendo chegar a 90°C negativos! Mas engana-se quem pensa que essa é a maior dificuldade enfrentada na Antártica. Os ventos são o principal desafio. Chegam a 300 km/ h, velocidade de carros de F-1.
POUCA GENTE - A Antártica não tem povo nativo. O homem demorou milhares de anos para chegar lá. As primeiras expedições ocorreram no século 16, mas só conseguiram permanecer no solo antártico no século 19.
Atualmente, abriga cerca de 80 mil habitantes temporários, em geral cientistas e profissionais que os ajudam nas pesquisas. Ficam nas estações científicas ou em acampamentos, a maioria perto do litoral, por alguns meses. Poucos países mantêm pesquisadores o ano todo. A Argentina, por exemplo, montou pequena vila na qual nasceram as primeiras crianças no continente.

É DE TODOS - A Antártica não tem dono, é da humanidade. Mas desperta grande interesse, inclusive econômico. Ninguém briga por seu território porque há um acordo entre todos, o Tratado da Antártida, conhecido como Protocolo de Madri.
O documento, assinado em 1º de dezembro de 1959 primeiramente por 12 nações, defende que o continente seja usado só para fins pacíficos. Ainda garante a liberdade da pesquisa científica e proíbe o lançamento de lixo e resíduos radioativos no local.

Mais do que pinguim
O pinguim é o bicho mais conhecido da Antártica. Entre as espécies mais famosas que vivem por lá estão o pinguim-imperador (como Mano da animação Happy Feet), além de pinguim-rei, pinguim-de-Adélia e pinguim-getoo. Mas não são os únicos.
Existem outras aves marinhas, como o albatroz, e os mamíferos, como focas e leões-marinhos. A maior variedade, porém, fica dentro d''água. Lá, vivem muitas espécies de peixes, lulas, estrelas-do-mar, anêmonas, esponjas e crustáceos, além de baleias.
Um dos bichos mais importantes da região é o krill antártico (parente do camarão), que serve de alimento para a maioria dos animais. Esse invertebrado mede até 6 cm. Em algumas áreas é possível encontrar mais de 30 mil krills em um quadradinho de área de 1 metro. Apesar da grande quantidade, está ameaçado pelas mudanças climáticas; por isso, organizações internacionais criaram o Projeto de Conservação do Krill Antártico.


Controla o clima da terra
A Antártica é o refrigerador da Terra. Sem ela, o clima seria completamente diferente. Como tem ligação com os principais oceanos do planeta - Pacífico, Atlântico e Índico -, suas águas supergeladas equilibram a temperatura dos demais.
Aliás, se o planeta ficasse mais quente, o homem teria grande dor de cabeça. Pesquisadores acreditam que se todo o gelo do continente derretesse, o nível dos mares aumentaria 60 m. Com isso, todas as cidades litorâneas ficariam inundadas.
É por isso que muitos estudiosos estão preocupados. O aumento da temperatura das correntes marítimas já está derretendo o gelo. Para piorar há gigantesco buraco na camada de ozônio (que protege a Terra contra os raios solares) bem acima da Antártica.
O Brasil mantém lá a Estação Comandante Ferraz, localizada na ilha do Rei George, onde estuda as consequências do impacto das mudanças climáticas no País, entre outras questões.
Há algumas plantas rasteiras
A Antártica tem vegetação, mas nada de florestas com árvores. Devido ao forte frio e vento, poucas plantas conseguem se desenvolver; quase todas são rasteiras, como musgos e algas. Há ainda líquens (mistura de alga e cogumelo) e fungos. Lá existem apenas duas espécies de angiospermas (que dão flores e frutos), as gramíneas Deschampsia antarctica e Colobanthus quitencis, que têm flores por alguns poucos dias no ano.
Os cientistas descobriram que há 80 milhões de anos o continente era bem diferente. A temperatura era mais agradável e a área abrigava florestas gigantescas. Prova disso é o pedaço de tronco petrificado de 4 m que a equipe de pesquisadores do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro encontrou lá

Todo planeta depende dele
Poucas pessoas têm o privilégio de conhecer o continente gelado. Mas as gêmeas Laura e Tamara, 13 anos, e a irmã Marininha, 10, são muito sortudas. Elas já estiveram cinco vezes na Antártica. Como? São filhas do famoso navegador Amyr Klink, que há muitos anos faz expedições ao local.
As meninas sempre viajam entre janeiro e março, quando ainda é verão. Nas outras épocas do ano, o mar congela e fica difícil chegar. "Todos acham que só tem gelo. Não é assim. Lá, a gente está em paz. Nos sentimos livres", conta Laura.
A paisagem e muitos animais impressionaram as irmãs. Tamara não imaginava que as baleias fossem tão grandes. Também acha curiosa a atitude de algumas espécies. "Os albatrozes ficam em lugares bem altos. Se os filhotes demoram muito para voar, os pais os empurram do ninho na marra."
Mas nem tudo é legal. "É triste ver os animais sumindo e o gelo derretendo. É diferente de quando a professora fala disso", afirma Marininha.
As experiências das meninas se transformaram no livro Férias na Antártica (Grão Editora, 72 págs.,). Agora, elas também dão palestras em que falam sobre tudo o que aprenderam lá.
Na Antártica tem praia? Tem e é bem diferente da que estamos acostumados a ver no Brasil. Na foto, Tamara Klink está correndo de biquíni na Deception Island, ilha-vulcão, que fica bem próxima ao continente. As irmãs contam que de decepcionante (significado de Deception, o primeiro nome) o local não tem nada. Quando não há vento, dá para desembarcar no interior da ilha. Apesar do mar ser supergelado, as pedras e a areia grossa e preta que formam o chão são muito quentes por causa do vulcão. Assim, a água fica quentinha. Mas a temperatura do solo é tão alta que pode queimar os pés.

O gelo da Antártica não é só branco. Há diferentes tons de azul e até verde. Isso ocorre por causa da luz que reflete a cor da água. Por ser continente muito grande - é o quinto maior da Terra - e sem população nativa, ainda há várias áreas inexploradas. Há muitas montanhas; por isso, além de ter os ventos mais fortes do planeta (de até 300 km/h), é a região com maior altitude (distância entre o nível da água do mar e solo) média: cerca de 2.000 metros de altura, equivalente a prédio com 660 andares!

                                       por: Juliana Raves




sábado, 4 de dezembro de 2010

Hotel flutuante - MORPHotel


A estrutura linear do MORPHotel tem sido desenvolvida em torno do movimento da coluna vertebral humana, permitindo-lhe sobreviver na maior parte do tempo a qualquer experiência no mar. Forros luxuosos convencionais usam a velocidade para ir de um lugar para outro.  O conceito do hotel que se move lentamente, é uma forma de se adaptar a muitas situações, permitindo até mesmo que a cidade flutuante possa atracar e servir como uma extensão para cidades nas docas. Um conceito do arquiteto italiano Gianluca Santosuosso

 O MORPHotel leva a idéia de um transatlântico de luxo a um nível totalmente novo. O projeto original é um sistema flutuante que deriva lentamente ao redor do mundo, não só para transportar pessoas com conforto, mas também para permitir aos pesquisadores funcionalidade em suas pesquisas durante o dia e ainda relaxar em quartos confortáveis durante a noite
















Beluga "Emperor of the Seven Seas"




Super iates são super por definição. Mas este é ainda mais do que isso. O Beluga, Imperador dos Sete Mares é extremamente grande, com um design muito futurista. Tanto fora como dentro do iate tudo parece estar destinado a surpreender e surpreender.
Existem dois níveis de vida a bordo do navio e eles estão ligados por uma escadaria de vidro. Há também um mezanino entre os dois. Entre os elementos mais impressionante por dentro são os tapetes de vidro, com padrões de persa, a nove metros lustre de cristal de alta na sala superior e da cúpula de vidro da suíte do proprietário.





Há cinco suites de luxo, com casa de banho e varandas spas extensível, um ginásio com o melhor equipamento pode-se pedir, um profissional de teatro, um de 14 metros (46 pés) de piscina longa um cocktail-bar (com duas sala de estar nivelado ), uma casa coberta verde, com palmeiras e até uma horta, uma banheira de hidromassagem ... devemos continuar?
Até agora nós acreditamos que você foi convencido. O Beluga, Imperador dos Sete Mares, será um dos melhores iates de luxo para navegar nas águas da Terra.


Nova bactéria muda forma de procurar vida no espaço

A NASA causou uma onda de especulações e de notícias na Internet, acerca da possível descoberta do ET, quando anunciou que faria ontem  uma conferência de imprensa sobre "uma descoberta com impacto na busca de vida extraterrestre". Afinal, é uma bactéria que existe na Terra, num lago da Califórnia, e que usa um elemento diferente no seu metabolismo: o arsénico, que para os outros seres vivos é um veneno. A notícia "incrível", como a designam responsáveis da NASA, alarga a noção de vida e permite outro olhar sobre Marte e Titã
Uma bactéria "do outro mundo", encontrada nos sedimentos do lago californiano Mono, nos EUA, baseia o seu metabolismo - e integra na sua estrutura quími- ca - o arsénico, um elemento que é um veneno para a vida tal como a conhecíamos até agora. A descoberta inaugura um capítulo completamente novo na microbiologia e alarga as possibilidades de busca de vida extraterrestre. "Com este novo elemento na lista dos que constituem a vida, talvez possamos encontrar agora o ET", afirmou ontem, em conferência de imprensa transmitida através da Internet, a directora do programa de astrobiologia da NASA, Mary Voitek.
Algumas luas e planetas do sistema solar transformam-se desde já em mundos potenciais para essa busca, que agora fica mais alargada. Titã, por exemplo, é um desses mundos. E, Marte, aqui ao lado, também.
"Há luas de Saturno, como Titã, onde a temperatura extremamente baixa, de 180 graus Celsius negativos, pode permitir que o arsénico se constitua como elo estável numa estrutura entre possíveis moléculas orgânicas", adiantou na mesma conferência da NASA o bioquímico Steven Benner, da Foudation for Applied Molecular Evolution.
Marte é outro alvo, como admitiu Mary Voitek e também Pamela Conrad, que dirige, no Goddard Space Flight Center da NASA, a futura missão Mars Science Lab que deverá ser lançada dentro de um ano para tentar encontrar vida microbiana no Planeta Vermelho.
"Esta descoberta alarga a nossa visão do que poderemos procurar em termos de ambiente capaz de suportar a vida", admitiu Pamela Conrad, sublinhando que "se se encontrarem ali moléculas orgânicas e também arsénico podemos começar a pensar de outra maneira em relação à existência de vida".
Carbono, hidrogénio, nitrogénio, oxigénio, fósforo e enxofre são os constituintes básicos da vida na Terra, tal como a conhecemos até agora. O fósforo, nomeadamente, é parte integrante da estrutura química do ADN e do ARN, que contêm e transportam as instruções genéticas da vida, e também das paredes das células que constituem os tecidos dos organismos vivos. Sem fósforo, não existe vida. Pois bem, a bactéria encontrada no lago Mono pela investigadora Felisa Wolfe-Simon, e que ela designou GFAJ-1, utiliza o arsénico para essas funções, em vez do fósforo, tal como a sua equipa demonstrou num artigo publicado ontem na Science Express.
Presente na conferência da NASA, a jovem investigadora da US Geological Survey, que foi financiada pela agência espacial americana nestes estudos, sublinhou que "esta descoberta lembra-nos que a vida tal como a conhecemos pode ser muito mais flexível do que geralmente pensamos". A substituição do fósforo pelo arsénico "mostra-nos uma forma de vida muito diferente, o que tem vastas implicações sobre o nosso conhecimento acerca do funcionamento do nosso próprio planeta", adiantou. Além disso, "se um microorganismo pode fazer uma coisa tão inesperada na Terra, o que pode a vida fazer mais que ainda não vimos? É preciso descobri-lo", disse, notando que isto abre uma porta nova à busca de vida fora da Terra. "Um dia encontraremos vida noutro lugar", concluiu

               por: Filomena Naves           Link____nasa

Robin Knox-Johnston


Considerado um grande Senhor, Uma Lenda no Mundo da Vela











Sir William Robert Patrick "Robin Knox-Johnston nascido em 17 de março de 1939 é um marinheiro Inglês. Ele foi o primeiro homem a realizar uma circum-handed non-stop do globo e foi o segundo vencedor do Troféu Júlio Verne (juntamente com Sir Peter Blake). Por isso ele foi premiado com Blake o velejador da ISAF da concessão do ano.
Em 2006 ele se tornou aos 67 anos o mais antigo velejador a completar uma volta ao mundo em viagem solo da VELUX 5 Oceans Race

Nasceu em Putney, em Londres, cresceu em The Wirral e foi educado na escola Berkhamsted Boys.
De 1957 a 1965 serviu na Marinha Mercante e da Marinha Real.
Em 1965 navegou no seu Colin Archer saveiro Suhaili de Bombaim para a Inglaterra. Devido à falta de dinheiro, teve que interromper sua viagem para o trabalho na África do Sul e só foi capaz de concluir em 1967
Em 14 de junho de 1968 Robin Knox-Johnston deixou Falmouth com o seu 32 pés (9,8 metros) barco Suhaili, um dos mais pequenos barcos de entrar no Sunday Times Golden Globe Race.
 Apesar de perder o leme de auto-off Austrália, ele contornou o Cabo Horn, em 17 de janeiro de 1969, 20 dias antes de seu concorrente mais próximo Bernard Moitessier, que posteriormente abandonou a prova e partiu para o Taiti.
 Os outros sete concorrentes desistiram em diferentes fases, deixando Knox-Johnston para se tornar o primeiro homem a circunavegar o globo sem paragens e com uma só mão, em 22 de abril de 1969.
Doou seu prêmio para o mais rápido concorrente para a família de Donald Crowhurst, que se suicidou após tentar simular uma viagem ao redor do mundo.


Desde 1992 é um administrador do National Maritime Museum de Greenwich, Londres

Março 2010 Sir Robin estava em Nova York para receber um prêmio de vela superior. O Clube de Cruzeiros da América escolheu a lenda britânica de vela para receber a sua prestigiada Blue Water Medalha, sem data, para uma vida dedicada à promoção da vela, vela de formação e desenvolvimento da juventude e por ocasião do 40 º aniversário de sua singlehanded, não -stop circum-navegação do mundo. Na história de 85 anos da Blue do CCA Água Medalha de apenas sete medalhas foram concedidas sem data. A Medalha foi apresentado pelo CCA Commodore, McCurdy Sheila (Middletown, RI), durante o clube jantar de premiação anual do New York Yacht Club, em Nova York

Em 1970 (com Leslie Williams) e em 1974 (com Gerry Boxall) Robin Knox-Johnston venceu as duas mãos Round Britain Race. Robin Knox-Johnston, Les Williams e sua equipe, Peter Blake, que também fazia parte, teve honras de linha da Cidade do Cabo 1971 para o Rio Race. Les Williams e de Robin Knox-Johnston conjuntamente com skipper (Peter Blake tripulante de novo) maxi iate de Heath Condor em 1977 Whitbread Round the World Race.

Robin Knox-Johnston e Peter Blake (que ambos atuaram como co-capitães), ganhou o Troféu Júlio Verne para a circum-navegação mais rápida em 1994. Seu tempo foi de 74 dias 22 horas 18 minutos e 22 segundos. Foi sua segunda tentativa de ganhar esse prêmio após a sua primeira em 1992 teve que ser abortado quando o catamarã Enza bater um objeto que abriu um buraco no casco a estibordo.

De 1992 a 2001 foi Presidente da Associação de Formação de Vela. Durante seu mandato o dinheiro foi coletado para substituir os navios do STA, Sir Winston Churchill e Malcolm Miller pelo novo, brigues maior príncipe William e Stavros S. Niarchos. Foi curador do National Maritime Museum de Greenwich 1992-2002 e ainda é curador do Museu Nacional Marítimo - Cornualha em Falmouth, onde está atracado Suhaili hoje. O iate foi reformado e participou da Rodada de Ilha Race em junho de 2005.

Em 1996, estabeleceu o primeiro Robin Clipper Round the World Yacht Race e desde então tem trabalhado com a empresa Clipper Ventures como presidente para o progresso da corrida para níveis mais altos a cada ano. É, talvez, sua maior conquista ter introduzido tantas pessoas à concorrência navegando através do seu envolvimento em Clipper Ventures.
Completou a sua segunda circumnavegação do mundo no iate SAGA Insurance em 04 de maio de 2007, terminando em 4 º lugar na corrida Velux 5 Oceans. Aos 68 anos ele era o mais velho competidor na corrida.

 É solicitado frequentemente para ,   intervir em Universidades e Colóquios por todo o Mundo.
É considerado uma lenda e uma Autoridade no Mundo da Vela.

Palmarés
1969 Awarded the CBE (Commander of the Order of the British Empire)
1970 UK Yachtsman of the Year
1970 Royal Cruising Club Seamanship Medal.
1972 Elected a Younger Brother of Trinity House.
1972 Member of the RNLI Committee of Management
1990 Silk Cut Nautical award Seamanship Trophy
1990 Honorary Doctorate – Maine Maritime Academy
1991 Royal Cruising Club Challenge Cup
1991 Cruising World Magazine (USA) Medal of honour
1992 Royal Institute of Navigation - Gold Medal for experiments with renaissance navigation.
1992 Freeman of the City of London
1992 Awarded Honorary Doctor of Technology – Southampton University
1994 Elected Fellow of the Royal Institute of Navigation.
1994 The Maritime Trust's Cutty Sark Medal
1994 ISAF World Sailor of the year.
1994 UK Yachtsman of the Year (2nd time)
1995 Hon Acadamecian, The Maritime Institute (Portugal)
1995 The Institute of Navigation (USA) Superior Achievement Award
1995 Elected President of the Little Ship Club
1995 Knighted
2006-07 4th Velux 5 Oceans Solo Around the World Yacht Race
2007 UK Yachtsman of the Year (3rd time)
2008 ISAF Hall of Fame
2010 Awarded the Cruising Club of America, Blue water medal for the advancement of sailing, sail training and youth development

Yacht Clubs
Honorary Member – Royal Yacht Squadron
President – Little Ship Club
Hon Rear Commodore – Royal Naval Sailing Association
Hon Member – Royal Irish Yacht Club
Hon Member – Royal Harwich Yacht Club
Hon Member – Royal Western Yacht Club
Hon Member – Royal Southampton Yacht Club
Hon Member – Benfleet Yacht Club
Hon Member – Howth Yacht Club
Hon Member – County Wicklow Yacht Club



quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Franco Banfi, fotógrafo subaquático

O mundo de Franco Banfi, fotógrafo subaquático

O fotografo suíço é um profissional talentoso do mundo submarino.
O fotógrafo suíço Franco Banfi procura criaturas fascinantes no mar. Fotógrafo submarino profissional, Banfi passa a maior parte de sua vida explorando o mundo maravilhoso que existe sob as ondas. Suas imagens são belas, captando um ambiente onde os humanos são admitidos por curtos espaços de tempo.

“Eu não me importo com frio ou calor” afirma o fotógrafo que mora no Ticino, sul da Suíça. Ele já fotografou em icebergs, nos lagos frios da Suíça, baleias beluga na Rússia e misteriosos naufrágios no Mar Adriático. “O melhor são as baleias”, afirma. “Você pode ver como elas te observam.” O jornalista de swissinfo.ch Tim Neville encontrou Banfi durante uma viagem de mergulho na Croácia.



    Link-http://www.banfi.ch/