A Evolução Dos Oceanos: O Ciclo da Água
Alimentado pelo Sol, que liberta 97 triliões de Kw por segundo na superfície da Terra, iniciou-se o ciclo da água com a sua constante transformação entre o estado líquido, gasoso e sólido. Nesta dança interminável, uma gota de água passa em média, 9 dias consecutivos numa nuvem, 2 horas nos rios e 5 mil anos no oceano.
O ciclo da água (conhecido cientificamente como o ciclo hidrológico) refere-se à troca contínua de água na hidrosfera, entre a atmosfera, a água do solo, águas superficiais, subterrâneas e das plantas.
A água se move perpetuamente através de cada uma destas regiões no ciclo da água constituindo os seguintes processos de transferência:
* Evaporação dos oceanos e outros corpos d'água no ar e transpiração das plantas terrestres e animais para o ar.
* Precipitação, pela condensação do vapor de água do ar e caindo para a terra ou no mar.
* Escoamento da terra geralmente atingem o mar.
A maior parte do vapor de água sobre os oceanos retorna aos oceanos, mas os ventos transportam o vapor de água para a terra com a mesma taxa de escoamento para o mar, a cerca de 36 Tt por ano. Sobre a terra, evaporação e transpiração contribuem com outros 71 Tt de água por ano. A chuva, com uma taxa de 107 Tt por ano sobre a terra, tem várias formas: mais comumente chuva, neve e granizo, com alguma contribuição em nevoeiros e orvalho. A água condensada no ar também podem refratar a luz solar para produzir um arco-íris.
O escoamento das águas, muitas vezes recolhe mais de bacias hidrográficas que correm para os rios. Um modelo matemático utilizado para simular o fluxo do rio ou córrego e calcular os parâmetros de qualidade da água é o modelo de transporte hidrológico. Parte da água é desviada na irrigação e para a agricultura. Rios e mares são importantes para viagens e para o comércio. Através da erosão, o escoamento molda o ambiente criando vales e deltas fluviais que fornecem um solo rico para o estabelecimento de centros de população. Uma inundação ocorre quando uma área de terra, geralmente de baixa altitude, é coberta com água. É quando um rio transborda dos seus bancos ou por uma inundação do mar. A seca é um período de meses ou anos, quando uma região regista uma deficiência no seu abastecimento de água. Isto ocorre quando uma região recebe, sistematicamente, níveis abaixo da precipitação média.
A água é a única substância que existe, em circunstâncias normais, em todos os três estados da matéria (sólido, líquido e gasoso) na Natureza. A coexistência destes três estados implica que existam transferências contínuas de água de um estado para outro; esta sequência fechada de fenômenos pelos quais a água passa do globo terrestre para a atmosfera é designado por ciclo hidrológico.
A água da evapotranspiração (nome cientifico dado ao vapor de água obtido da transpiração e da evaporação) atinge um certo nível da atmosfera em que ele se condensa, formando as nuvens. Nas nuvens, o vapor de água condensa-se formando gotículas, que permanecem em suspensão na atmosfera. Estas gotículas, sob certas condições, agregam-se formando gotas maiores que precipitam-se, ou seja, chove. A chuva pode seguir dois caminhos, ela pode infiltrar-se e formar um aquífero ou um lençol freático ou pode simplesmente escoar superficialmente até chegar a um rio, lago ou oceano, onde o ciclo continua.
Da superfície para a atmosfera
O ciclo da água inicia-se com a energia solar que incide na Terra. A transferência da água da superfície terrestre para a atmosfera, passando do estado líquido ao estado gasoso, processa-se através da evaporação direta, por transpiração das plantas e dos animais e por sublimação (passagem direta da água da fase sólida para a de vapor). A vegetação tem um papel importante neste ciclo, pois uma parte da água que cai é absorvida pelas raízes e acaba por voltar à atmosfera pela transpiração ou pela simples e direta evaporação. Durante esta alteração do seu estado físico absorve calor, armazenando energia solar na molécula de vapor de água à medida que sobe à atmosfera.
Dado a influência da energia solar no processo de evaporação, a água evapora-se em particular durante os períodos mais quentes do dia e em particular nas zonas mais quentes da Terra.
A evaporação é elevada nos oceanos que estão sob a influência das altas subtropicais. Nos oceanos equatoriais, onde a precipitação é abundante, a evaporação é menos intensa. Nos continentes, os locais onde a precipitação é mais elevada existem florestas e onde a precipitação é mais baixa, existem desertos.
Em terra, em algumas partes dos continentes, a precipitação é maior que a evaporação e em outras regiões ocorre o contrário, contudo predomina a precipitação, sendo que os oceanos cobrem o terreno evaporando mais água que recebem pela precipitação.
Da atmosfera de volta à superfície
O vapor de água é transportado pela circulação atmosférica e condensa-se após percursos muito variáveis, que podem ultrapassar 1000 km. Poderá regressar à superfície terrestre numa das formas de precipitação (por exemplo, chuva, granizo ou neve), como voltar à atmosfera mesmo antes de alcançar a superfície terrestre (através de chuva miúda quente). Em situações menos vulgares, poderá ainda transformar-se em neve e cair em cima de uma montanha e permanecer lá 1000 anos. Toda esta movimentação é influenciada pelo movimento de rotação da Terra e das correntes atmosféricas.
A água que atinge o solo tem diferentes destinos. Parte é devolvida à atmosfera através da evaporação, parte infiltra-se no interior do solo, alimentando os lençóis freáticos. O restante, escorre sobre a superfície em direcção às áreas de altitudes mais baixas, alimentando diretamente os lagos, riachos, rios, mares e oceanos. A infiltração é assim importante, para regular a vazão dos rios, distribuindo-a ao longo de todo o ano, evitando, assim, os fluxos repentinos, que provocam inundações. Caindo sobre uma superfície coberta com vegetação, parte da chuva fica retida nas folhas A água interceptada evapora, voltando à atmosfera na forma de vapor.
O ciclo hidrológico atua como um agente modelador da crosta terrestre devido à erosão e ao transporte e deposição de sedimentos por via hidráulica, condicionando a cobertura vegetal e, de modo mais genérico, toda a vida na terra.
O ciclo hidrológico é, pois, um dos pilares fundamentais do ambiente, assemelhando-se, no seu funcionamento, a um sistema de destilação global. O aquecimento das regiões tropicais devido à radiação solar provoca a evaporação contínua da água dos oceanos, que é transportada sob a forma de vapor pela circulação geral da atmosfera, para outras regiões. Durante a transferência, parte do vapor de água condensa-se devido ao arrefecimento formando nuvens que originam a precipitação. O retorno às regiões de origem resulta da acção conjunta da infiltração e escoamento superficial e subterrâneo proveniente dos rios e das correntes marítimas.
Processos
* Precipitação consiste no vapor de água condensado que cai sobre a superfície terrestre. (Chuva)
* Infiltração consiste no fluxo de água da superfície que se infiltra no solo.
* Escoamento superficial é o movimento das águas na superfície terrestre, nomeadamente do solo para os mares.
* Evaporação é a transformação da água no seu estado líquido para o estado gasoso à medida que se desloca da superfície para a atmosfera.
* Transpiração é a forma como a água existente nos organismos passa para a atmosfera.
* Evapotranspiração é o processo conjunto pelo qual a água que cai é absorvida pelas plantas, voltando à atmosfera através da transpiração ou evaporação directa (quando não absorvida).
* Condensação é a transformação do vapor de água em água líquida, com a criação de nuvens e nevoeiro.
Composição química
A água pura (H2O) é um líquido cujas moléculas são formadas por dois átomos de hidrogénio e um de oxigénio. Quando na atmosfera, pode reagir com determinados gases - como dióxido de enxofre (SO2), óxidos de nitrogênio (NO, NO2, N2O5) e dióxido de carbono (CO2) - ocasionando chuvas ácidas.
Curiosidades
* O volume total da água na Terra mantém-se constante, variando ao longo do tempo a sua distribuição por fases.
* Se fôssemos dividir a água do planeta - incluindo a congelada, salgada e potável - daria 7 piscinas olímpicas para cada pessoa da Terra por toda a vida, mas se dividirmos só a potável daria somente 2 litros para cada habitante do planeta por toda a vida.
* Os oceanos constituem cerca de 96,4% de toda a água do planeta. Dos 3,6% restantes, aproximadamente 2,25% estão localizados nas calotas polares e nas geleiras, enquanto apenas 0,75% é encontrado na forma de água subterrânea, em lagos, rios e também na atmosfera, como vapor d'água.
* 84% da água que evapora para a atmosfera tem origem nos oceanos, enquanto que apenas 16% são oriundos dos continentes.
* A água que usamos para beber - que está nos rios, lagos e águas subterrâneas - é menos de 0,01% da água existente no planeta.
* A quantidade total de vapor de água na atmosfera é equivalente a cerca de uma semana de precipitação em todo o globo.
* Num ano, a atmosfera produz uma quantidade de precipitação na Terra 32 vezes maior em volume do que a sua capacidade total de armazenamento de água. Em média, cada molécula de água evaporada fica aproximadamente 10 dias em suspensão na atmosfera antes de voltar a cair no solo.
* De acordo com a Organização das Nações Unidas, no último meio século, a disponibilidade de água por ser humano diminuiu 60%, enquanto que a população aumentou 50%.
* Devido às forças tectônicas, que agem no sentido de criar montanhas, a Terra não é hoje um planeta uniformemente coberto por uma camada de 3 km de água salgada.
* A água é o mais importante dos constituintes dos organismos vivos, pois cerca de 50 a 90 % da biomassa é constituída por água. O seu papel nas funções biológicas é extremamente importante e diversificado, sendo necessária, por exemplo, para o transporte de nutrientes e dos produtos da respiração celular e para a decomposição da matéria orgânica, que libera a energia necessária para o metabolismo.
* A chuva é um purificador atmosférico.
* A água da chuva é carregada de bactérias.
Um hino aos elementos e aos sentidos
terça-feira, 26 de outubro de 2010
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Expedição vai explorar Pacífico
Oceanografia
Expedição vai explorar Pacífico
Um ano depois de ter saído de Lisboa, a primeira paragem na sua expedição de três anos, o veleiro Tara chega a outra cidade onde se fala português, o Rio de Janeiro, de onde partirá para explorar o oceano Pacífico.
No segundo ano da sua viagem à voltado mundo, os cientistas a bordo do veleiro francês vão estudar o impacto da actividade humana no plâncton - a flora e fauna microscópicas que produzem tanto oxigénio como todas as florestas do mundo. Desde que saiu da capital portuguesa, em Setembro de 2009, a equipa de biólogos, físicos e oceanógrafos já passou por perigos tão grandes como aqueles que enfrentaram as expedições científicas inglesas do século XIX que inspiraram esta viagem.
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A tripulação do Tara já fugiu de piratas, enfrentou tempestades complicadas e quase colidiu com um petroleiro. Experiências que os cientistas vão partilhando na sua página na Internet (oceans.taraexpeditions.org).
Mas a experiência do último ano vai ser importante para os próximos meses em que vão atravessar águas mais turbulentas. "As mesmas equipas de cientistas vão continuar no segundo ano e já se sentem em casa", explica o capitão Hervé Bourmaud, que passou mais tempo no Tara que qualquer outra pessoa no último ano, no diário de bordo online.
No Rio de Janeiro, foram recebidos pelo fotógrafo Sebastião Salgado, que fez uma expedição à Antárctida a bordo do Tara, em 2005. "O Tara não é apenas um barco mas um símbolo do ambiente e da investigação científica. Estou orgulhoso de fazer parte da família do Tara", afirmou o brasileiro.
A equipa inclui dezenas de cientistas de diferentes nacionalidades. Mas a bordo estão geralmente apenas 14 pessoas - incluindo o capitão, quatro marinheiros e cinco cientistas. Ao longo dos três anos que têm para percorrer 150 mil quilómetros, com 60 escalas, equipa e cientistas revezam-se. A estada média, para os cientistas, é de um mês, e para a restante equipa, de três. Todos os dias têm oito horas para recolher amostras
PATRÍCIA JESUS
Link http://oceans.taraexpeditions.org/
domingo, 24 de outubro de 2010
Bulldozer dos Mares - Quebra-gelo
Quando se fala em navio quebra-gelo, logo vem a mente, a proa bulbosa, ou um casco reforçado, e um tipo de navio que faz apenas abrir caminho para outros navios não totalmente apropriados à navegação em mares congelados, porem não é bem assim, existem outras finalidades além desta citada e além do mais, o tipo de casco de um puro quebra-gelo, não possui uma proa bulbosa, e sim um tipo peculiar de proa, chamada em ingles de “spoon-shaped bow”, o que seria proa em forma de colher.
Há varios tipos de navios quebra-gelo, pois existem diversos tipos, pois cada um com sua própria especialidade de operação, bem esta série de matérias apenas selecionou navios mercantes, embora existam navios militares com esta finalidade também.
USCGC Healy (WAGB-20) Norte Americano
USCGC Healy (WAGB-20) é um quebra-gelo de investigação postos em comissão em 1999 pela Guarda Costeira dos EUA. Ela foi construída por Avondale Indústrias em Nova Orleans, Louisiana, e nomeado em honra do Capitão "Hell Roaring" Michael A. Healy USRCS Sua quilha foi colocada em 16 de setembro de 1996. Um lançamento espetacular seguido em 15 de novembro de 1997.
Entregue à Guarda Costeira dos EUA e colocou "Na Comissão Especial" em 10 de novembro de 1999, se juntou ao quebra-gelo Healy Polar Star (WAGB-10) e Polar Mar (WAGB-11) em sua base portuária de Seattle, Washington. O navio partiu de Nova Orleans em 26 de janeiro de 2000, realizando testes de mar ao largo de San Juan, Porto Rico e no Mar de Baffin entre o Canadá ea Groenlândia. Ele chegou em Seattle em 09 de agosto de 2000 depois de transitar a famosa Passagem do Noroeste e foi colocada "na Comissão, o Active" no 21 de agosto de 2000.
Projetado para realizar uma vasta gama de actividades de investigação, Healy fornece mais de 4.200 pés quadrados (390 m2) do espaço do laboratório científico, inúmeros sistemas de sensores eletrônicos, guinchos oceanográficos, e acomodações para até 50 cientistas. Healy também é projetado para quebrar 4,5 metros de gelo continuamente em três nós e pode operar em temperaturas tão baixas como -50 ° F (-45 ° C). A comunidade científica um contributo extremamente valioso no laboratório de lay-outs e capacidades da ciência durante o projeto e construção do navio.
Como uma lancha da Guarda Costeira, Healy também é uma plataforma capaz de apoiar outras missões em potencial nas regiões polares, incluindo logística, busca e salvamento, escolta de navios, da protecção ambiental e aplicação de leis e tratados.
Quebra-gelos movidos à propulção nuclear
Os quebra-gelos movidos a energia nuclear serviram como um símbolo do poder tecnológico soviético ao longo de várias décadas. Hoje esta frota é utilizada para ajudar a navegação de navios nos mares do norte da Sibéria – e como navios de cruzeiro para a elite do turismo, e afretados para companhias de petróleo para rebocar ou abrir caminho para expedições e projetos da indústria do petróleo no Ártico e Sibéria, o sem dúvidas que ajuda a pagar as contas operacionais destes caros navios.
Todos os 10 navios quebra-gelo russos de propulsão nuclear, são mercantes e foram construídos na própria Russia. Nove destes são puramente quebra-gelo, com acomodações para passageiros porem um é um navio conteineiro, com proa quebra-gelo.
Este navio da um capitulo à parte, pois atualmente é o mais novo e maior navio quebra gelos do mundo, tanto em porte quanto em potencia. O 50 Anos de Vitória, é o ultimo navio da classe Arktika.
A tripulação operacional de um navio destes é normalmente composta por 138 membros, movido por 2 reatores nucleares modelo OK-900A, desenvolvendo 171 megawatt cada, e ainda com 2 helicópteros Ka-32 a bordo. Este navio entra finalmente em serviço em 2 Abril de 2007.
Comprimento: 159 m
Boca: 30 m
Calado: 11.08 m.
Height (keel to masthead): approximately 55 m
Deslocamento: 25.000 tons
Velocidade Max: 22 knots
Velocidade de Cruzeiro: entre 18 à 20 knots
Tripulação: 138 à 200 tripulantes
Passageiros: mais de 100
Reatores: 2 OK-900A, 171 megawatt cada.
Propulsão: 3 hélices, totalizando um total de 75,000 hp
Capacidade de rompimento de gelo : entre 2 à 2.8 metros de calota de gelo.
Autonomia: 7.5 meses no mar, 4 anos entre reabastecimentos.
A classe Arktika - Todos os quebra gelo desta classe, possuem casco duplo e fundo duplo, o casco externo possui 48 mm de espessura de chapa na proa, e 25 mm em outras partes do casco que não exigem tanto esforço.
Ele pode lastrar os compartimentos entre os cascos ( casco duplo ), para facilitar a operação de quebrar o gelo, quando assim for necessário. Estes navios também possuem um sistema de pressurização pneumático, que impulsionam jatos d’ água com 24 m³/s, à 9 m abaixo da linha d’água, com o fim de facilitar o rompimento de camadas de gelo.
Notadamente o 50 Anos de Vitória, tem o casco pintado com uma tinta à base de polímero, que tem por fim reduzir a fricção na água. Os navios da classe Arktika, podem quebrar gelo tanto navegando para vante, quanto para à ré, e seu sistema de troca de calor dos reatores é o direto, ou seja o navio só pode navegar em águas geladas, sendo restrito para operar em águas tropicais, por isso ele nunca ha de operar na Antártica.
Estes navios oferecem todo o conforto necessário para passar meses a fio nas águas congeladas, e por isso são considerados alem de tudo atrações turísticas impar. Em especial o 50 Anos de Vitória, oferece aos tripulantes e passageiros, instalações para práticas atléticas, como uma enorme academia, e quadra de esportes, piscina aquecida, biblioteca multi lingue, um grande restaurante internacional, massagens e ainda um music salon para festas.
Yamal é um dos "Arctic" família de quebra-gelos russo, o quebra-gelos mais potente do mundo. Esses navios de cruzeiro deve em água fria para resfriar seus reatores, de modo que não pode passar através dos trópicos para empreender viagens no hemisfério sul.
Yamal traz um helicóptero e vários barcos Zodiac. Rádio e sistemas de comunicações via satélite são instalados, o que pode fornecer navegação, telefone, fax, e serviços de e-mail. As comodidades incluem uma grande sala de jantar (capaz de realizar todos os 100 passageiros de uma só vez), uma biblioteca, sala de passageiros, auditório, quadra de vôlei, ginásio, piscina interior aquecida, sauna, e uma enfermaria. Ela está equipada com 50 cabines de passageiros e suites, todos com banheiros, janelas exteriores, uma televisão e uma secretária.
NS TAIMYR
A frota de Quebragelo ancorada no port de Helsinkia na Filandia , com a ultima geração deste tipo de Navios
Há varios tipos de navios quebra-gelo, pois existem diversos tipos, pois cada um com sua própria especialidade de operação, bem esta série de matérias apenas selecionou navios mercantes, embora existam navios militares com esta finalidade também.
USCGC Healy (WAGB-20) Norte Americano
USCGC Healy (WAGB-20) é um quebra-gelo de investigação postos em comissão em 1999 pela Guarda Costeira dos EUA. Ela foi construída por Avondale Indústrias em Nova Orleans, Louisiana, e nomeado em honra do Capitão "Hell Roaring" Michael A. Healy USRCS Sua quilha foi colocada em 16 de setembro de 1996. Um lançamento espetacular seguido em 15 de novembro de 1997.
Entregue à Guarda Costeira dos EUA e colocou "Na Comissão Especial" em 10 de novembro de 1999, se juntou ao quebra-gelo Healy Polar Star (WAGB-10) e Polar Mar (WAGB-11) em sua base portuária de Seattle, Washington. O navio partiu de Nova Orleans em 26 de janeiro de 2000, realizando testes de mar ao largo de San Juan, Porto Rico e no Mar de Baffin entre o Canadá ea Groenlândia. Ele chegou em Seattle em 09 de agosto de 2000 depois de transitar a famosa Passagem do Noroeste e foi colocada "na Comissão, o Active" no 21 de agosto de 2000.
Projetado para realizar uma vasta gama de actividades de investigação, Healy fornece mais de 4.200 pés quadrados (390 m2) do espaço do laboratório científico, inúmeros sistemas de sensores eletrônicos, guinchos oceanográficos, e acomodações para até 50 cientistas. Healy também é projetado para quebrar 4,5 metros de gelo continuamente em três nós e pode operar em temperaturas tão baixas como -50 ° F (-45 ° C). A comunidade científica um contributo extremamente valioso no laboratório de lay-outs e capacidades da ciência durante o projeto e construção do navio.
Como uma lancha da Guarda Costeira, Healy também é uma plataforma capaz de apoiar outras missões em potencial nas regiões polares, incluindo logística, busca e salvamento, escolta de navios, da protecção ambiental e aplicação de leis e tratados.
Quebra-gelos movidos à propulção nuclear
Os quebra-gelos movidos a energia nuclear serviram como um símbolo do poder tecnológico soviético ao longo de várias décadas. Hoje esta frota é utilizada para ajudar a navegação de navios nos mares do norte da Sibéria – e como navios de cruzeiro para a elite do turismo, e afretados para companhias de petróleo para rebocar ou abrir caminho para expedições e projetos da indústria do petróleo no Ártico e Sibéria, o sem dúvidas que ajuda a pagar as contas operacionais destes caros navios.
Todos os 10 navios quebra-gelo russos de propulsão nuclear, são mercantes e foram construídos na própria Russia. Nove destes são puramente quebra-gelo, com acomodações para passageiros porem um é um navio conteineiro, com proa quebra-gelo.
Este navio da um capitulo à parte, pois atualmente é o mais novo e maior navio quebra gelos do mundo, tanto em porte quanto em potencia. O 50 Anos de Vitória, é o ultimo navio da classe Arktika.
A tripulação operacional de um navio destes é normalmente composta por 138 membros, movido por 2 reatores nucleares modelo OK-900A, desenvolvendo 171 megawatt cada, e ainda com 2 helicópteros Ka-32 a bordo. Este navio entra finalmente em serviço em 2 Abril de 2007.
Comprimento: 159 m
Boca: 30 m
Calado: 11.08 m.
Height (keel to masthead): approximately 55 m
Deslocamento: 25.000 tons
Velocidade Max: 22 knots
Velocidade de Cruzeiro: entre 18 à 20 knots
Tripulação: 138 à 200 tripulantes
Passageiros: mais de 100
Reatores: 2 OK-900A, 171 megawatt cada.
Propulsão: 3 hélices, totalizando um total de 75,000 hp
Capacidade de rompimento de gelo : entre 2 à 2.8 metros de calota de gelo.
Autonomia: 7.5 meses no mar, 4 anos entre reabastecimentos.
A classe Arktika - Todos os quebra gelo desta classe, possuem casco duplo e fundo duplo, o casco externo possui 48 mm de espessura de chapa na proa, e 25 mm em outras partes do casco que não exigem tanto esforço.
Ele pode lastrar os compartimentos entre os cascos ( casco duplo ), para facilitar a operação de quebrar o gelo, quando assim for necessário. Estes navios também possuem um sistema de pressurização pneumático, que impulsionam jatos d’ água com 24 m³/s, à 9 m abaixo da linha d’água, com o fim de facilitar o rompimento de camadas de gelo.
Notadamente o 50 Anos de Vitória, tem o casco pintado com uma tinta à base de polímero, que tem por fim reduzir a fricção na água. Os navios da classe Arktika, podem quebrar gelo tanto navegando para vante, quanto para à ré, e seu sistema de troca de calor dos reatores é o direto, ou seja o navio só pode navegar em águas geladas, sendo restrito para operar em águas tropicais, por isso ele nunca ha de operar na Antártica.
Estes navios oferecem todo o conforto necessário para passar meses a fio nas águas congeladas, e por isso são considerados alem de tudo atrações turísticas impar. Em especial o 50 Anos de Vitória, oferece aos tripulantes e passageiros, instalações para práticas atléticas, como uma enorme academia, e quadra de esportes, piscina aquecida, biblioteca multi lingue, um grande restaurante internacional, massagens e ainda um music salon para festas.
Yamal é um dos "Arctic" família de quebra-gelos russo, o quebra-gelos mais potente do mundo. Esses navios de cruzeiro deve em água fria para resfriar seus reatores, de modo que não pode passar através dos trópicos para empreender viagens no hemisfério sul.
Yamal traz um helicóptero e vários barcos Zodiac. Rádio e sistemas de comunicações via satélite são instalados, o que pode fornecer navegação, telefone, fax, e serviços de e-mail. As comodidades incluem uma grande sala de jantar (capaz de realizar todos os 100 passageiros de uma só vez), uma biblioteca, sala de passageiros, auditório, quadra de vôlei, ginásio, piscina interior aquecida, sauna, e uma enfermaria. Ela está equipada com 50 cabines de passageiros e suites, todos com banheiros, janelas exteriores, uma televisão e uma secretária.
NS TAIMYR
A frota de Quebragelo ancorada no port de Helsinkia na Filandia , com a ultima geração deste tipo de Navios
Tejo - um Mar de Energia
opinião
ESTUÁRIO DO TEJO: UM MAR DE ENERGIA
Por Manuel Fernandes
Barreiro
Mas os nossos antepassados souberam ainda aproveitar a Energia das Marés usando os recantos e caldeiras da Margem Sul do Tejo e da Margem Direita do Coina para construir um significativo número de Moinhos Hidráulicos dos quais ainda restam substantivas presenças.
Desde Alcochete ao Seixal dezenas de Moinhos de Maré, usados essencialmente para moagem de cereais, foram sendo construídos desde o século XV, tendo operado até meados do século XX.
Os nossos antepassados souberam explorar criteriosamente o Estuário do Tejo e aproveitar a generosidade desta grande Baía Mater como fonte de Energia. Para além de servir de ganha-pão aos que nos seus areais, nos seus esteiros e mouchões procuravam o peixe e os moluscos, este Estuário serviu ainda para transporte de mercadorias entre localidades ribeirinhas e para banhos de residentes e visitantes.
Mas os nossos antepassados souberam ainda aproveitar a Energia das Marés usando os recantos e caldeiras da Margem Sul do Tejo e da Margem Direita do Coina para construir um significativo número de Moinhos Hidráulicos dos quais ainda restam substantivas presenças.
Desde Alcochete ao Seixal dezenas de Moinhos de Maré, usados essencialmente para moagem de cereais, foram sendo construídos desde o século XV, tendo operado até meados do século XX.
Só no Concelho do Barreiro foram recenseados 13 unidades, muitos delas em ruínas sendo que algumas são facilmente recuperáveis pois ainda lá estão os edifícios e as caldeiras.
E as perguntas que tomo a liberdade de trazer a esta conferência são:
• Estaremos condenados a ver desaparecer este Património que teve um papel tão importante na nossa matriz identitária e na sobrevivência das gerações que nos precederam?
• Será que a responsabilidade Social e Ambiental das Empresas concessionárias da produção, distribuição e venda de energia em Portugal não justifica o seu envolvimento na recuperação e aproveitamento deste património para a instalação de turbinas electrogeradoras ou mesmo mini-hídricas?
Admito que o aproveitamento deste património responderia a uma razoável percentagem das necessidades de energia do Arco Ribeirinho. Energia Limpa e Renovável
ESTUÁRIO DO TEJO: UM MAR DE ENERGIA
Por Manuel Fernandes
Barreiro
Mas os nossos antepassados souberam ainda aproveitar a Energia das Marés usando os recantos e caldeiras da Margem Sul do Tejo e da Margem Direita do Coina para construir um significativo número de Moinhos Hidráulicos dos quais ainda restam substantivas presenças.
Desde Alcochete ao Seixal dezenas de Moinhos de Maré, usados essencialmente para moagem de cereais, foram sendo construídos desde o século XV, tendo operado até meados do século XX.
Os nossos antepassados souberam explorar criteriosamente o Estuário do Tejo e aproveitar a generosidade desta grande Baía Mater como fonte de Energia. Para além de servir de ganha-pão aos que nos seus areais, nos seus esteiros e mouchões procuravam o peixe e os moluscos, este Estuário serviu ainda para transporte de mercadorias entre localidades ribeirinhas e para banhos de residentes e visitantes.
Mas os nossos antepassados souberam ainda aproveitar a Energia das Marés usando os recantos e caldeiras da Margem Sul do Tejo e da Margem Direita do Coina para construir um significativo número de Moinhos Hidráulicos dos quais ainda restam substantivas presenças.
Desde Alcochete ao Seixal dezenas de Moinhos de Maré, usados essencialmente para moagem de cereais, foram sendo construídos desde o século XV, tendo operado até meados do século XX.
Só no Concelho do Barreiro foram recenseados 13 unidades, muitos delas em ruínas sendo que algumas são facilmente recuperáveis pois ainda lá estão os edifícios e as caldeiras.
E as perguntas que tomo a liberdade de trazer a esta conferência são:
• Estaremos condenados a ver desaparecer este Património que teve um papel tão importante na nossa matriz identitária e na sobrevivência das gerações que nos precederam?
• Será que a responsabilidade Social e Ambiental das Empresas concessionárias da produção, distribuição e venda de energia em Portugal não justifica o seu envolvimento na recuperação e aproveitamento deste património para a instalação de turbinas electrogeradoras ou mesmo mini-hídricas?
Admito que o aproveitamento deste património responderia a uma razoável percentagem das necessidades de energia do Arco Ribeirinho. Energia Limpa e Renovável
Cutty Sark
Este fabuloso navio está bem na sua reforma. Ele ainda está orgulhoso como uma atração turística popular, em Greenwich, Londres.
Esse destino é muito melhor do que seus antecessores e contemporâneos. Ela está em segundo lugar no coração dos marinheiros britânicos, somente depois de Nelson HMS Victory. O local eo número de navios de visitantes facilmente ultrapassado 15 milhões de pessoas.
Seu propósito era o de carregar o chá da China. Durante seus anos empregados no comércio do chá, o Cutty Sark iria revelar-se excepcionalmente rápido
Navios Clipper - Descrição e História
O Cutty Sark é um veleiro. Estes são rápidas, navios de vela delgada desenvolvida nos EUA em meados de 1800. Um aparador tem um casco estreito que era mais profundo nas costas do que na frente. Tem muitos grandes velas montadas em mastros altos. O termo "Clipper" vinha do caminho dos navios "cortada" - fez o trabalho de curto - a milhas. Eles seriam usados tanto para o comércio e os passageiros. O arco-íris, projetado por John W. Griffiths e lançado em 1845, foi o primeiro veleiro verdade.
Arquitetura
O Cutty Sark foi um dos navios mais rápidos vela jamais construído. Ela mede 212 (64.5m) de comprimento e 36 '(11m) de largura. Ele tinha uma área vélica de 32.292 pés quadrados (3.000 metros quadrados). Poderia chegar a velocidades de até 19 milhas (31 km) por hora, ou 17 nós
Durante a guerra havia uma escassez de madeira. Sua desmastreamento em 1916 seus proprietários obrigados a re-equipamento-la como uma "barquentine" que levou menos de vela. Ela foi vendida para outro grupo de Português em 1920 e renomeada novamente asMaria do Amparo.
Comprada pelos ingleses e restaurada
O navio chegou nas docas de Londres Surrey para reparos. Aqui, ela foi reconhecida e comprado por um capitão inglês para mais de 3.700 libras esterlinas em 1922. Rebatizado uma última vez como Cutty Sark, foi restaurado e re-equipado para sua especificação original. Após a morte de proprietários em 1938, sua viúva deu o navio para o Thames Nautical Training College em Verdejante. Ela permaneceu lá até depois da Segunda Guerra Mundial.
A Família Real resgata o Cutty Sark
Na sequência das discussões de seu destino, ela foi rebocada para Greenwich para a festa da Grã-Bretanha em 1951. Depois disto, Duque de Edimburgo formaram o Cutty Sark sociedade. Ela foi transferida para uma doca especialmente construída seca em Greenwich, onde ela permanece até hoje. Rainha Elizabeth II abriu oficialmente a ela para o público em 1957.
Lançada para um Propósito
O Cutty Sark foi lançado em um, segunda-feira 22 de novembro de 1869. Foi construído por John Willis 'Jock'. Ele estava insatisfeito com seus navios atuais. Ele queria um navio que foi capaz de melhores padrões de desempenho. John Willis tinha o desejo de quebrar o recorde de velocidade na corrida anual, levando para casa o primeiro chá da nova estação da China.
Design de Cutty Sark
A Crise de Suez
Destino bateu novamente como o francês abriu o Canal de Suez do ano, ela foi concluída. Sua primeira viagem foi para a China em um chá. Ela saiu de Londres nesta jornada, 16 fev 1870. Suas esperanças de glória parecem ter sido frustrado em seu nascimento, porque o Canal de Suez não estava disponível para cortar.
A nova tecnologia de navios a vapor dominava os mares
navios a vapor, foram capazes de usar Suez. Estas podem agora chegar ao Extremo Oriente através do Mediterrâneo. O Cutty Sark fretes caíram. O comércio do chá já não era rentável para a empresa que pertence a ela. Sua carga de chá última foi em 1877.
Vendido e renomeado
O destino sorriu quando o comércio da lã na Austrália começou em 1885. Ela estava a ser utilizado para sua plena capacidade novamente. Mas, em 1895, sua fortuna caiu de novo. Desta vez, porque ela não era mais rentável, foi vendida a um grupo Português. Eles renomeado sua Ferreira. Ela permaneceu na empresa por quase três décadas que se deslocam entre as colônias de Portugal.
Quem não conhece o navio, ao menos já o viu no rótulo dessa marca de whisky, que ganhou notoriedade em todo mundo.
A marca de whisky Cutty Sark surgiu em 1923, quando Francis Berry e Hugh Rudd, um de seus sócios na empresa Berry Bros. & Rudd, fundada em 1698, decidiram produzir um uísque “melhor do que qualquer um que se pudesse comprar no mercado”. Assim nasceu CUTTY SARK, um original estilo de uísque, produzido com os melhores maltes e uísques de grão da região escocesa de Speyside.
Tradicionalmente, os uísques da época eram escuros, mas CUTTY SARK era revolucionário dado a sua cor naturalmente clara. Foi um artista escocês, James McBey, que sugeriu para o novo uísque o nome de “Cutty Sark”, em homenagema ao famoso veleiro de carga escocês
Esse destino é muito melhor do que seus antecessores e contemporâneos. Ela está em segundo lugar no coração dos marinheiros britânicos, somente depois de Nelson HMS Victory. O local eo número de navios de visitantes facilmente ultrapassado 15 milhões de pessoas.
Seu propósito era o de carregar o chá da China. Durante seus anos empregados no comércio do chá, o Cutty Sark iria revelar-se excepcionalmente rápido
Navios Clipper - Descrição e História
O Cutty Sark é um veleiro. Estes são rápidas, navios de vela delgada desenvolvida nos EUA em meados de 1800. Um aparador tem um casco estreito que era mais profundo nas costas do que na frente. Tem muitos grandes velas montadas em mastros altos. O termo "Clipper" vinha do caminho dos navios "cortada" - fez o trabalho de curto - a milhas. Eles seriam usados tanto para o comércio e os passageiros. O arco-íris, projetado por John W. Griffiths e lançado em 1845, foi o primeiro veleiro verdade.
Arquitetura
O Cutty Sark foi um dos navios mais rápidos vela jamais construído. Ela mede 212 (64.5m) de comprimento e 36 '(11m) de largura. Ele tinha uma área vélica de 32.292 pés quadrados (3.000 metros quadrados). Poderia chegar a velocidades de até 19 milhas (31 km) por hora, ou 17 nós
Durante a guerra havia uma escassez de madeira. Sua desmastreamento em 1916 seus proprietários obrigados a re-equipamento-la como uma "barquentine" que levou menos de vela. Ela foi vendida para outro grupo de Português em 1920 e renomeada novamente asMaria do Amparo.
Comprada pelos ingleses e restaurada
O navio chegou nas docas de Londres Surrey para reparos. Aqui, ela foi reconhecida e comprado por um capitão inglês para mais de 3.700 libras esterlinas em 1922. Rebatizado uma última vez como Cutty Sark, foi restaurado e re-equipado para sua especificação original. Após a morte de proprietários em 1938, sua viúva deu o navio para o Thames Nautical Training College em Verdejante. Ela permaneceu lá até depois da Segunda Guerra Mundial.
A Família Real resgata o Cutty Sark
Na sequência das discussões de seu destino, ela foi rebocada para Greenwich para a festa da Grã-Bretanha em 1951. Depois disto, Duque de Edimburgo formaram o Cutty Sark sociedade. Ela foi transferida para uma doca especialmente construída seca em Greenwich, onde ela permanece até hoje. Rainha Elizabeth II abriu oficialmente a ela para o público em 1957.
Lançada para um Propósito
O Cutty Sark foi lançado em um, segunda-feira 22 de novembro de 1869. Foi construído por John Willis 'Jock'. Ele estava insatisfeito com seus navios atuais. Ele queria um navio que foi capaz de melhores padrões de desempenho. John Willis tinha o desejo de quebrar o recorde de velocidade na corrida anual, levando para casa o primeiro chá da nova estação da China.
Design de Cutty Sark
Hercules Linton projetou. Ele moldou a bolina do navio antes de Willis, o Tweed. Ele colocou isso na atributos navio meados de Firth of Forth barcos de pesca. O resultado foi uma nova forma de casco que era mais forte, levou mais de vela e poderia ser acionada mais difícil.
Infelizmente, é cedo para ser o dono da empresa levou o estilista a falência antes da sua conclusão. Denny & Brothers finalmente terminou.A Crise de Suez
Destino bateu novamente como o francês abriu o Canal de Suez do ano, ela foi concluída. Sua primeira viagem foi para a China em um chá. Ela saiu de Londres nesta jornada, 16 fev 1870. Suas esperanças de glória parecem ter sido frustrado em seu nascimento, porque o Canal de Suez não estava disponível para cortar.
A nova tecnologia de navios a vapor dominava os mares
navios a vapor, foram capazes de usar Suez. Estas podem agora chegar ao Extremo Oriente através do Mediterrâneo. O Cutty Sark fretes caíram. O comércio do chá já não era rentável para a empresa que pertence a ela. Sua carga de chá última foi em 1877.
Vendido e renomeado
O destino sorriu quando o comércio da lã na Austrália começou em 1885. Ela estava a ser utilizado para sua plena capacidade novamente. Mas, em 1895, sua fortuna caiu de novo. Desta vez, porque ela não era mais rentável, foi vendida a um grupo Português. Eles renomeado sua Ferreira. Ela permaneceu na empresa por quase três décadas que se deslocam entre as colônias de Portugal.
O Whisky
A marca de whisky Cutty Sark não tem esse nome por acaso, foi assim batizado por conta do navio. Tanto que o Cutty Sark aparece no rótulo, e o fabricante passou a patrocinar a famosa regata Cutty Sark Tall Ship’s Race.Quem não conhece o navio, ao menos já o viu no rótulo dessa marca de whisky, que ganhou notoriedade em todo mundo.
A marca de whisky Cutty Sark surgiu em 1923, quando Francis Berry e Hugh Rudd, um de seus sócios na empresa Berry Bros. & Rudd, fundada em 1698, decidiram produzir um uísque “melhor do que qualquer um que se pudesse comprar no mercado”. Assim nasceu CUTTY SARK, um original estilo de uísque, produzido com os melhores maltes e uísques de grão da região escocesa de Speyside.
Tradicionalmente, os uísques da época eram escuros, mas CUTTY SARK era revolucionário dado a sua cor naturalmente clara. Foi um artista escocês, James McBey, que sugeriu para o novo uísque o nome de “Cutty Sark”, em homenagema ao famoso veleiro de carga escocês
sábado, 23 de outubro de 2010
Pesca de Arrasto
Pesca de Arrasto
Um tripulante do navio da Greenpeace "Esperanza" segura um caranguejo aranha gigante, morto acidentalmente devido à pesca de arrasto. A Greenpeace exige uma moratória das nações unidas contra a pesca de arrasto no mar alto. Florestas ancestrais em perigo... mesmo nas profundezas do oceano. Os biólogos estimam que entre 500.000 e 5.000.000 espécies marinhas estejam ainda por descobrir. Mas muitas dessas espécies encontram-se em grave risco, devido à prática de pesca mais destrutiva do mundo – a pesca de arrasto – Esta é verdadeiramente a última natureza selvagem que resta por descobrir no planeta.
Montanhas submarinas
O leito profundo do mar tem montanhas, chamadas montanhas submarinas. Elas elevam-se a pelo menos 1.000 metros acima do leito do mar em torno. Surpreendentemente, a maior cordilheira da Terra encontra-se não em terra, mas sob o mar – o sistema da crista Média-Oceânica, que serpenteia em torno do globo, do Oceano Ártico ao Atlântico, é quatro vezes mais longo que os Andes, as Montanhas Rochosas e os Himalaias juntos!
As montanhas submarinas são áreas de uma riqueza única em biodiversidade. Pense em florestas coloridas associadas a corais de águas frias, penas-do-mar, esponjas e gorgónias moles, aranhas-do-mar e crustáceos parecidos com lagostas. Muitas espécies que habitam nas florestas submarinas não se encontram em mais nenhum local, e acredita-se que algumas estão restritas a apenas uma ou duas montanhas submarinas!
Ameaça: Pesca de arrasto
Activistas do Greenpeace penduram um banner no "Playa de Menduina", como forma de protesto contra a destruição causada pela pesca de arrastão.
Infelizmente, a indústria de pesca comercial tomou conhecimento das ricas opções existentes nas águas profundas. A indústria estendeu as suas insustentáveis práticas de pesca às águas profundas e às montanhas submarinas anteriormente inexploradas, usando uma técnica chamada pesca de arrasto.
A pesca de arrasto consiste no arrastamento de gigantescas redes lastradas, ao longo do fundo do mar. Grandes placas metálicas e rodas de borracha presas a essas redes movem-se ao longo do fundo e esmagam praticamente tudo no seu caminho. Todas as provas demonstram que as formas de vida de águas profundas são muito lentas na recuperação de tais danos, demorando de dezenas a centenas de anos a conseguir fazê-lo – se é que o conseguem.
Se lhes for permitido que continuem, os arrastões de alto-mar vão destruir as espécies de águas profundas antes de sequer termos descoberto muitas das que aí existem. Podem imaginar o seu funcionamento como guiar uma gigantesca máquina de terraplanagem através de uma floresta inexplorada, luxuriante e amplamente habitada, que depois se torna num deserto plano e monótono. É como fazermos explodir Marte antes de lá chegarmos.
Ciência e investigação
Elefantes-marinhos ajudam a analisar as mudanças climáticas nos oceanos
Animais recebem equipamento com antena que coleta dados sobre situação da água
Cientistas estão equipando elefantes-marinhos e planadores de água com equipamentos para monitorar e descobrir os segredos dos oceanos e entender os impactos das mudanças climáticas.
Os oceanos ajudam a regular o clima no mundo porque absorvem calor e o desviam ao redor do mundo. Também são úteis na absorção de enormes quantidades de C02 (dióxido de carbono), agindo como um freio no ritmo dos efeitos das variações no clima.
Os especialistas dizem que precisam de uma rede de vigilância global, com o Oceano Antártico desempenhando um papel fundamental por ser o principal dissipador das emissões humanas de carbono.
A oceanógrafa Susan Wijffels, líder do grupo para a Gestão Integrada do Sistema de Observação Marinha da Austrália (IMOS, na sigla em inglês) comentou o desfio desse tipo de estudo.
- Para compreender o ritmo das alterações climáticas, precisamos entender esses processos oceânicos, como e o quão rápido é possível isolar o calor e o carbono.
Outro objetivo é analisar os ciclos naturais do oceano que afetam a temperatura na terra para melhorar as previsões de longo prazo sobre o uso da água nas cidades.
Fazem parte do IMOS membros de universidades australianas e instituições de pesquisas, bem como cientistas dos Estados Unidos, Ásia e Europa.
Aumentos recentes nos financiamentos para o grupo permitiram equipar cerca de cem elefantes-marinhos com um pequeno aparelho com antena que coleta dados nas profundezas em torno da Antártida. O acessório mede a temperatura da água, salinidade e pressão assim que os animais mergulham para se alimentar.
As medições terão um reforço com planadores de aproximadamente 2 m de comprimento. Eles ficarão ao redor da Austrália e atingem uma profundidade de até 1.500 m.
Os planadores têm asas e leme e ficam no mar por vários meses, podendo ser controlados remotamente.
Uma das principais preocupações é a área de gelo marinho ao redor da Antártida, onde já existem dispositivos de medição chamados de Argos. Esses equipamentos não funcionam facilmente porque precisam de superfícies regulares no mar para enviar os dados coletados aos satélites.
Argos são cilindros que sobem à superfície e "mergulham" a uma profundidade de até 2 km. Novos modelos estão sendo construídos para superar essa barreira.
Cientistas dizem que a Groenlândia tem gelo suficiente para elevar o nível dos mares em 7 m se tudo for derretido. Quantidades crescentes de dióxido de carbono também estão tornando os oceanos mais ácidos, afetando a habilidade de algumas criaturas do mar e há temores de aumento na acidez da água, o que pode limitar a capacidade do oceano de absorver carbonoO lugre Santa Maria Manuela está na Doca do Espanhol até ao próximo dia 26, aberto a visitas do público das 1000 às 1800!
Um Ano de Cativeiro
Somália
Casal há um ano nas mãos de piratas
Rachel e Paul, britânicos, foram capturados no Índico a 23 de Outubro de 2009. Um calvário sem fim à vista.
O casal Chandler - dois reformados britânicos, capturados ao largo do arquipélago das Seicheles por piratas da Somália - permanece há um ano exacto em cativeiro. Uma penosa experiência que promete prolongar-se enquanto se regista um impasse nas negociações para a sua libertação.
Paul e Rachel Chandler foram raptados a 23 de Outubro de 2009, perto das costas da Seicheles, no oceano Índico, enquanto dormiam a bordo do seu veleiro Lynn Rival, de 11,6 metros de comprimento.
Na véspera, tinham deixado Mahé, a principal ilha do arquipélago, em direcção à Tanzânia, aonde tencionavam ancorar cerca de 12 dias mais tarde.
O chefe de um dos grupos de piratas da Somália, Abdi Yare, fez chegar nessa altura à AFP a sua reacção de surpresa: "Isto é que é ter sorte! Ninguém pensaria que duas pessoas ousassem navegar nesta altura no Índico a bordo de um veleiro."
Na verdade, os piratas somalis haviam multiplicado nas semanas anteriores os seus ataques ao largo das Seicheles, nomeadamente contra pesqueiros franceses e espanhóis, aproveitando o fim da monção, que propicia melhores condições de navegação na zona.
O casal Chandler tem vivido um cativeiro particularmente difícil, pontuado por ocasionais pedidos de socorro e raras entrevistas em que puderam revelar que são regularmente separados um do outro pelos seus captores.
De acordo com uma fonte próxima das negociações, Paul e Rachel Chandler foram de novo reunidos e encontram-se agora perto da localidade de Amara, no centro da Somália.
"Esta situação é terrivelmente vergonhosa para a nossa nação", referiu ontem o Governo somali num comunicado, anunciando igualmente a vontade de explorar outras pistas de negociações, nomeadamente junto dos líderes de clãs e notáveis locais.
No fim de Janeiro, os dois reféns pareciam muito fatigados, tanto do ponto de vista físico como emocional, aos olhos de um jornalista da AFP que pôde aproximar--se do local onde estão detidos
"Peço-vos que nos ajudem! Estas pessoas não nos tratam bem", implorou a senhora Chandler a um médico somali autorizado pelos piratas a examinar os reféns. "Já sou idosa, tenho 56 anos, e o meu marido tem 60. Devemos ficar juntos, até porque já não nos resta muito mais tempo", implorou ela também.
Desde 2006, o casal passava a maior parte do seu tempo a percorrer mares e oceanos a bordo do veleiro, com temporadas ocasionais no Reino Unido.
Cinco dias antes de terem zarpado das Seicheles, Rachel e Paul descreviam no seu blogue as paisagens paradisíacas que iam percorrendo, aproveitando também para divulgar diversas fotos.
Numa entrevista concedida no fim de Maio, os dois reformados britânicos suplicaram ao novo Governo do Reino Unido, liderado por David Cameron, para conseguir a sua libertação.
Um porta-voz do ministério britânico dos Negócios Estrangeiros aproveitou, no entanto, para reiterar a posição intransigente de Londres em matéria de reféns, nomeadamente a firme recusa de pagar qualquer resgate a piratas.
De acordo com várias fontes relacionadas com as negociações, à medida que o tempo tem passado os piratas vão baixando o preço exigido pela destituição dos reféns à liberdade. O preço actualmente fixado é de um milhão de dólares, que Londres acha inaceitável.
Casal há um ano nas mãos de piratas
Rachel e Paul, britânicos, foram capturados no Índico a 23 de Outubro de 2009. Um calvário sem fim à vista.
O casal Chandler - dois reformados britânicos, capturados ao largo do arquipélago das Seicheles por piratas da Somália - permanece há um ano exacto em cativeiro. Uma penosa experiência que promete prolongar-se enquanto se regista um impasse nas negociações para a sua libertação.
Paul e Rachel Chandler foram raptados a 23 de Outubro de 2009, perto das costas da Seicheles, no oceano Índico, enquanto dormiam a bordo do seu veleiro Lynn Rival, de 11,6 metros de comprimento.
Na véspera, tinham deixado Mahé, a principal ilha do arquipélago, em direcção à Tanzânia, aonde tencionavam ancorar cerca de 12 dias mais tarde.
O chefe de um dos grupos de piratas da Somália, Abdi Yare, fez chegar nessa altura à AFP a sua reacção de surpresa: "Isto é que é ter sorte! Ninguém pensaria que duas pessoas ousassem navegar nesta altura no Índico a bordo de um veleiro."
Na verdade, os piratas somalis haviam multiplicado nas semanas anteriores os seus ataques ao largo das Seicheles, nomeadamente contra pesqueiros franceses e espanhóis, aproveitando o fim da monção, que propicia melhores condições de navegação na zona.
O casal Chandler tem vivido um cativeiro particularmente difícil, pontuado por ocasionais pedidos de socorro e raras entrevistas em que puderam revelar que são regularmente separados um do outro pelos seus captores.
De acordo com uma fonte próxima das negociações, Paul e Rachel Chandler foram de novo reunidos e encontram-se agora perto da localidade de Amara, no centro da Somália.
"Esta situação é terrivelmente vergonhosa para a nossa nação", referiu ontem o Governo somali num comunicado, anunciando igualmente a vontade de explorar outras pistas de negociações, nomeadamente junto dos líderes de clãs e notáveis locais.
No fim de Janeiro, os dois reféns pareciam muito fatigados, tanto do ponto de vista físico como emocional, aos olhos de um jornalista da AFP que pôde aproximar--se do local onde estão detidos
"Peço-vos que nos ajudem! Estas pessoas não nos tratam bem", implorou a senhora Chandler a um médico somali autorizado pelos piratas a examinar os reféns. "Já sou idosa, tenho 56 anos, e o meu marido tem 60. Devemos ficar juntos, até porque já não nos resta muito mais tempo", implorou ela também.
Desde 2006, o casal passava a maior parte do seu tempo a percorrer mares e oceanos a bordo do veleiro, com temporadas ocasionais no Reino Unido.
Cinco dias antes de terem zarpado das Seicheles, Rachel e Paul descreviam no seu blogue as paisagens paradisíacas que iam percorrendo, aproveitando também para divulgar diversas fotos.
Numa entrevista concedida no fim de Maio, os dois reformados britânicos suplicaram ao novo Governo do Reino Unido, liderado por David Cameron, para conseguir a sua libertação.
Um porta-voz do ministério britânico dos Negócios Estrangeiros aproveitou, no entanto, para reiterar a posição intransigente de Londres em matéria de reféns, nomeadamente a firme recusa de pagar qualquer resgate a piratas.
De acordo com várias fontes relacionadas com as negociações, à medida que o tempo tem passado os piratas vão baixando o preço exigido pela destituição dos reféns à liberdade. O preço actualmente fixado é de um milhão de dólares, que Londres acha inaceitável.
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
sexta-feira, 22 de Outubro de 2010 | 09:55
Holanda: Ferry de passageiros abalroado por cargueiro
O capitão está desaparecido não se sabendo ao certo quantas pessoas se encontravam a bordo da balsa.
Diário Digital / Lusa
Holanda: Ferry de passageiros abalroado por cargueiro
Um ferry boat de passageiros foi abalroado por um cargueiro alemão, num canal perto de Amesterdão, Holanda, lançando várias pessoas da embarcação mais pequena à água, segundo a polícia holandesa.
«Neste momento, os serviços de emergência estão ainda a tentar resgatar as pessoas da água», após o acidente ocorrido perto da cidade de Nieuwer Ter Aa, a 10 quilómetros a sul de Amsterdão, O porta-voz da polícia Frans Zuiderhoek adiantou que, depois do embate, o barco ficou a flutuar mas com o casco virado para cima.O capitão está desaparecido não se sabendo ao certo quantas pessoas se encontravam a bordo da balsa.
Diário Digital / Lusa
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Tempo Medio de Greenwich
Greenwich Mean Time é um termo para significar Originalmente Referindo-se o tempo solar no Observatório Real de Greenwich, na Inglaterra. É freqüentemente usado para se referir agora ao Tempo Universal Coordenado (UTC) quando este é visto como uma zona de tempo, embora estritamente UTC é uma escala de tempo atómica apenas GMT aproximado.
É usado para selar a hora universal, que é o conceito astronômico que diretamente Substituiu o GMT Original.
O tempo de Greenwich tem sido historicamente usado com dois diferentes convenções para a numeração horas. A convenção astronômica antiga (antes de 1925) foi para lacrar novamente ao meio-dia como zero horas, quando a convenção civil e mais moderna é a lacrar novamente a meia-noite, zero hora. Os termos mais específicos UT e UTC não compartilham esta ambiguidade, sempre se referindo a meia-noite, zero hora.
É usado para selar a hora universal, que é o conceito astronômico que diretamente Substituiu o GMT Original.
O tempo de Greenwich tem sido historicamente usado com dois diferentes convenções para a numeração horas. A convenção astronômica antiga (antes de 1925) foi para lacrar novamente ao meio-dia como zero horas, quando a convenção civil e mais moderna é a lacrar novamente a meia-noite, zero hora. Os termos mais específicos UT e UTC não compartilham esta ambiguidade, sempre se referindo a meia-noite, zero hora.
Greenwich, na Inglaterra foi "A Casa de Greenwich Mean Time (GMT) desde 1884. GMT é medido da linha do Meridiano de Greenwich no Observatório Real de Greenwich. É o lugar de onde todos os fusos horários são medidos. Time Zones World
Greenwich é uma localidade a sudeste de Londres, atualmente parte do borough. Famosa por lá se situar o Observatório Real de Greenwich a partir do qual é definido o Meridiano de Greenwich, onde por definição a longitude é 0º 0' 0" E/W, e que serviu de base para a definição do tempo médio de Greenwich (GMT).
Em 1997 o conjunto histórico marítimo de Greenwich foi considerado património da Humanidade pela UNESCO
UTC
Tempo Universal Coordenado (em inglês: Coordinated Universal Time, ou UTC (acrónimo de Universal Time Coordinated), também conhecido como tempo civil, é o fuso horário de referência a partir do qual se calculam todas as outras zonas horárias do mundo.
É o sucessor do Tempo Médio de Greenwich (Greenwich Mean Time), cuja sigla é GMT. A nova denominação foi cunhada para eliminar a inclusão de uma localização específica num padrão internacional, assim como para basear a medida do tempo nos padrões atômicos, mais do que nos celestes.
Ao contrário do GMT, o UTC não se define pelo sol ou as estrelas, mas é sim uma medida derivada do Tempo Atômico Internacional (TAI). Devido ao fato do tempo de rotação da Terra oscilar em relação ao tempo atômico, o UTC sincroniza-se com o dia e a noite de UT1, ao que se soma ou subtrai segundos de salto (leap seconds) quanto necessário. Os segundos de salto são definidos, por acordos internacionais, para o final de julho ou de dezembro como primeira opção e para os finais de março ou setembro como segunda opção.
Até hoje somente julho e dezembro foram escolhidos como meses para ocorrer um segundo de salto. A entrada em circulação dos segundos de salto é determinada pelo Serviço Internacional de Sistemas de Referência e Rotação da Terra (IERS), com base nas suas medições da rotação da terra.É o sucessor do Tempo Médio de Greenwich (Greenwich Mean Time), cuja sigla é GMT. A nova denominação foi cunhada para eliminar a inclusão de uma localização específica num padrão internacional, assim como para basear a medida do tempo nos padrões atômicos, mais do que nos celestes.
Ao contrário do GMT, o UTC não se define pelo sol ou as estrelas, mas é sim uma medida derivada do Tempo Atômico Internacional (TAI). Devido ao fato do tempo de rotação da Terra oscilar em relação ao tempo atômico, o UTC sincroniza-se com o dia e a noite de UT1, ao que se soma ou subtrai segundos de salto (leap seconds) quanto necessário. Os segundos de salto são definidos, por acordos internacionais, para o final de julho ou de dezembro como primeira opção e para os finais de março ou setembro como segunda opção.
No uso informal, quando frações de segundo não são importantes, o GMT pode ser considerado equivalente ao UTC. Em contextos mais técnicos é geralmente evitado o uso de "GMT".
aula sobre GMT UTC
UTC é uma variante do tempo universal (universal time, UT) e o seu modificador C (para coordenado) foi incluído para enfatizar que é uma variante de UT. Pode-se considerar como uma solução conciliatória entre a abreviatura inglesa CUT e a francesa TUC.
Os tempos UTC de alta precisão só podem ser determinados uma vez, sendo conhecido o tempo atômico, que se estabelece mediante a reconciliação das diferenças observadas entre um conjunto de relógios atômicos mantidos por um determinado número de oficinas do tempo nacionais. Isto é feito sob coordenação do Escritório Internacional de Pesos e Medidas (Bureau International des Poids et Mesures - BIPM).
Não obstante, os relógios atômicos são tão exatos que só os mais precisos computadores necessitam usar estas correções; e a maioria dos utilizadores de serviços de tempo utilizam os relógios atômicos que tenham sido previamente configurados como UTC, para estimar a hora UTC.
Devido aos segundos de salto é impossível determinar que representação UTC virá a ter numa data futura, pois o número de segundos de salto que se tem que incluir na data é ainda desconhecido. Para tais casos é recomendado que se utilize a representação TAI que não sofre tais limitações.
UTC é o sistema de tempo utilizado por muitos padrões da Internet e da World Wide Web. Em particular, desenhou-se o Network Time Protocol como uma forma de distribuir o tempo UTC na Internet.
Na aviação, as cartas de navegação, autorizações de vôo e autorizações de trafego aéreo utilizam o horário UTC para evitar confusões decorrentes dos diferentes fusos e horários de verão.
Assim é possível assegurar que todos os pilotos, independentemente da localização, estejam usando a mesma referência horária. Especialmente na comunicação por rádio, o horário UTC é conhecido como horário zulu, desde aproximadamente os anos 1950. Isto porque, no alfabeto fonético da OTAN, a palavra usada para Z (de zero, que corresponde ao fuso horário de referência) é zulu.
Mar
A Economia do Mar não é solução para todos os problemas,
mas o País não se pode "dar ao luxo" de desperdiçar este recurso
Cavaco Silva
Lisboa, 21 out (Lusa) -- O Presidente da República apelou hoje ao apoio da economia do mar, sublinhando que apesar de não ser a solução para todos problemas, em "tempos de crise profunda" Portugal não se pode "dar ao luxo" de desperdiçar esse recurso.mas o País não se pode "dar ao luxo" de desperdiçar este recurso
"É importante abraçarmos novas causas, particularmente em momentos de crise como os que se vivem hoje. É vital desenvolvermos novas ideias de negócios, com vista a construir novas indústrias e serviços. O mar deve ser uma dessas ideias", defendeu o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, na abertura da conferência "Portugal e o Mar, a nossa aposta no século XXI", que se realiza em Cascais.
Retomando a ideia que o mar deve tornar-se uma "prioridade nacional" e que, a par de "causas tão importantes" como a educação ou a competitividade da economia, "devemos concentrar esforços nesta nova causa", Cavaco Silva insistiu na necessidade de "tirar pleno partido do mar", enquanto recurso natural e enquanto base de expansão da economia portuguesa.
Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
antigo coordenador da Comissão Estratégica dos Oceanos, Tiago Pitta e Cunha
Link para o audio_Portugal-e-o-Mar
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Corais do Índico estão a morrer
Corais do Índico estão a morrer
Investigadores australianos afirmam que este poderá ser o pior fenómeno deste tipo já testemunhado por cientistas. Problema ocorre quando cimeira da ONU tenta travar perda de espécies.
Os corais do Sudeste asiático e do oceano Índico estão a desaparecer em massa devido ao aquecimento das águas. O alerta é de um grupo de investigadores australianos e surge num momento em que representantes de 193 países estão reunidos em Nagoya, no Japão, na cimeira da Convenção da Biodiversidade com um objectivo nada fácil de concretizar: travar o ritmo acelerado em que a perda de biodiversidade já entrou. A morte generalizada dos corais no Índico mostra, aliás, como esta é uma tarefa complexa.
"Este é o pior episódio de mortalidade de corais desde 1998 e poderá mesmo ser o mais grave de sempre testemunhado por cientistas", explicou o investigador australiano Andrew Baird, do ARC Centre for Excellence for Coral Reef Studies, de Sydney, que tem estado a trabalhar com a sua equipa naquela região, conhecida por Triângulo Coral do Sudeste asiático.
Em 1998, ano em que as águas oceânicas sofreram um aquecimento, todos os recifes de corais do mundo foram afectados.
A equipa de Andrew Baird constatou nos últimos seis meses que os recifes das Filipinas , do Sri Lanka, Birmânia, Tailândia, Malásia e Singapura, que albergam mais de 500 espécies, estão a morrer em massa e que os que existem em toda a extensão oceânica entre a Indonésia e as ilhas Seicheles também estão a ser afectados.
O fenómeno, segundo os investigadores, está ligado ao aquecimento das águas do Índico. A amplitude do fenómeno da morte dos corais e o aumento da subida da temperatura do mar é tão visível que se trata "quase de certeza de uma consequência das alterações climáticas", nota Andrew Baird. Os investigadores não sabem se o problema vai alastrar à grande barreira de coral na Austrália, mas consideram que o mar de Adaman e o Pacífico podem ser afectadospor: Filomena Naves
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